• 5 dicas de marketing digital para pequenas e médias empresas

    Por Mais Empresas  |  03/02/2012  |  1 comentário »

    Pequenas e Médias empresas podem ser vistas como Grandes e Organizadas Corporações através do uso de ações estratégicas de Marketing Digital. Com a popularização das redes sociais, o marketing digital se tornou ferramenta obrigatória para qualquer tipo de empresa. O grande diferencial é que pequenas e médias empresas possuem a vantagem de implementar projetos com muito mais agilidade e capacidade de adaptação.
    Esse diferencial faz com que muitas dessas empresas se destaquem no meio empresarial através de cases de sucesso e ações criativas de marketing digital. Listaremos 5 dicas para usar o marketing digital combinado com algumas ações de SEO para conquistar novos clientes e admiradores.

    1 – Blog

    O Blog é a maneira mais fácil de criar e gerenciar conteúdos de qualidade com possibilidade de indexação pelo google. Serve como um “Plus” para o seu site e pode servir como uma rede de captação de novos clientes. Uma dica: faça de seu blog uma fonte de informação para que você seja descoberto e adorado pelos clientes. Entre na cabeça deles e tente imaginar por onde estão navegando ou que tipo de conteúdo estão buscando no Google. Utilize ferramentas como o Google Suggest, Adwords, Google Zeitgeist ou Google Trends. Combinando estas ferramentas com as palavras-chave ligadas ao seu negócio, você descobrirá o que está na “boca do povo”, e o que as pessoas estão buscando a respeito do seu negócio. Faça posts interessantes para o seu público e se deixe ser encontrado.

    2 – Newsletter e Email Marketing

    Newsletters ou Email Marketing são ótimas ferramentas para você aguçar diariamente o desejo de consumo dos seus clientes. Email Marketing funciona! E como funciona! Mas, como todo tipo de mídia, você precisa estabelecer uma frequencia certa. Evite enviar emails com larga diferença de tempo. Mas também não seja chato a ponto de enviar dois a três emails por dia. Estabeleça um padrão para o seu negócio. Evite comprar listas no mercado negro ou de fontes duvidosas. Essas listas poderão fazer com que a imagem da sua empresa fique queimada, e seu email provavelmente entrará nas listas ANTI-SPAMS (o SPC/SERASA dos servidores de Email).

    Veja o que não pode faltar em seu e-mail marketing:

    - Uma promoção atrativa.

    - Preço competitivo.

    - Facilidade de pagamento.

    - Fotos e layouts bonitos e atrativos.

    - Diferencial competitivo: ofereça um brinde ou um serviço a mais para que você se destaque frente aos seus concorrentes.

    3 – Redes Sociais

    Virou modismo: toda empresa tem que estar no Facebook e no Twitter. Porém, antes de sair cadastrando sua empresa em duzentos sites diferentes de redes sociais ao redor do mundo, pense exatamente na finalidade dessa ação. E na verdade não existe outra: ficar próximo dos seus clientes, e quem sabe ampliar seus contatos e número de seguidores. Agora pense em sua estrutura. Você realmente tem tempo de responder ou interagir em tempo real com seus clientes em todas as redes sociais? Provavelmente não. A regra é clara: entre em uma rede social somente quando você tiver tempo e condições de atuar o tempo todo. Não entre por modismos ou apenas para dizer que está presente, pois na prática, não estará. Se possível, recorra a um profissional qualificado. Em geral são muito experientes e poderão te auxiliar na elaboração de um planejamento de atuação adequado para o seu negócio.

    4 – Resource Center ou Help Desk

    Ainda não muito populares por aqui, o Help Desk é uma ferramenta muito explorada nos Estados Unidos. Os mais conhecidos são o Zendesk e o Kayako. Através deles, seu cliente terá acesso a toda informação de uso ou compra de produtos no seu site, informações relacionadas ao seu produto ou serviço, formas de pagamento, entregas e devoluções. Funciona praticamente como um self-service de informações relacionadas ao seu negócio. Em geral são recheados de perguntas e dúvidas mais frequentes, fáceis de serem identificadas pelos usuários. O Help Desk é facilmente configurado e certamente desafogará o seu serviço de tele-atendimento, fazendo com que seu custo com atendimento despenque. No Brasil, empresas como a Netimovies, a Rint ou o Moip, usam e abusam desse serviço. Outra vantagem é que o conteúdo publicado é facilmente indexado pelos mecanismos de busca.

    5 – Google Adwords (Links Patrocinados) e Sites comparadores de Preço

    Os Links Patrocinados são aqueles pequenos anúncios de texto que aparecem ao lado direito do Google assim que você faz uma pesquisa. Os resultados são sempre relacionados ao tema da busca. Da mesma forma, você poderá definir o seu público-alvo, selecionando as palavras-chaves mais adequadas ao seu produto ou serviço. O anunciante paga apenas quando seu anúncio é clicado. O valor do clique (CPC – Custo por Clique) é definido através de vários fatores que envolvem a qualidade do anúncio, as palavras-chaves escolhidas e uma série de outras métricas definidas pelo Google. Além disso, você poderá regionalizar sua campanha e até mesmo definir o orçamento diário.

    Por outro lado os sites comparadores de preços coloca você ao lado dos seus concorrentes. Em geral, o CPC (custo por clique) é bem mais elevado que o Google Adwords, porém com a possibilidade de comparação instantânea de preços, formas de pagamentos e entrega. Se você deseja colocar sua marca ao lado de marcas famosas e consagradas, esta é sua chance. Porém, vá com cuidado. Ter o melhor preço não é garantia de venda. Além de preço, ofereça ao seu cliente formas de pagamento diferenciadas, brindes, enfim… qualquer diferencial que destaque você dos grandes varejistas. Muitos clientes pagam mais caro só para comprar de uma marca famosa e de confiança inquestionável. Por isso, prepare sua retaguarda, oferecendo informações claras e precisas sobre a política de segurança, prazos e garantia de entrega dos seus produtos. Busque qualificação através do selo do E-bit e claro… cumpra com seus prazos corretamente.

    Fonte: mercadoecommerce.com.br

  • Você já ouviu falar em Gamification?

    Por Tony Kaique  |  16/01/2012  |  Comente »

    Gamification é basicamente quando transformamos situações cotidianas em jogos com o objetivo de obter maior engajamento dos usuários, já que o consciente humano possui uma predisposição em se engajar mais em games e competições, onde as tarefas pareçam mais divertidas. Esse conceito encoraja certos tipos de comportamentos até então inesperados.
    Um grande exemplo de gamification é o aplicativo de geolocalização Foursquare, que te dá badges de acordo com o seu nível de engajamento. Ganhe pontos por ir ao aeroporto. Dê muitos check-ins no mesmo lugar e se torne prefeito. Nas entrelinhas significa nada mais que “Use meu aplicativo”.

    Gamification procura trazer para o cotidiano das pessoas o uso de conceitos usados nos jogos, tais como o alcance de novos níveis, o acúmulo de pontos ou de símbolos de status (badges), simbologia clara de êxitos quando objetivos importantes são alcançados (feedbacks), barras de progresso para atividades reais, para citar apenas algumas das estratégias.
    O sentido de gamification é tornar a venda o mais fácil possível. E quando falo de venda, em nosso meio não se trata da venda propriamente dita. Mas de uma interação esperada do usuário. Uma conversão. Talvez a conversão do meu site não seja uma venda e sim um cadastro, um contato, um clique específico.
    O grande trunfo por detrás desse conceito é que não é necessário que haja um benefício real (compensações financeiras são sempre bem vindas) para esse engajamento. As pessoas não estão buscando prêmios ou descontos, são seduzidas pelo prazer de jogar.

  • A Importância do Redesign de Sites

    Por Tony Kaique  |  10/01/2012  |  Comente »

    Dave Chaffey implora aos proprietários de sites para atualizar suas páginas a cada 2 a 5 anos, sempre testando novos visuais.

    Desde 2010, noto um foco maior em Otimização da Taxa de Conversão (CRO, na sigla em inglês) como uma abordagem para obter um valor extra de sites já existentes, isso tem que ser uma coisa boa, pois acho que muitas oportunidade para melhorar as páginas são perdidas.

    Oque me surpreendeu foi a pouca atenção que esta estratégia tem recebido,tanto de agências de web design quanto clientes. Já ouvi muitas vezes o proprietário de um site dizer que está envergonhado porque seu projeto visual não foi atualizado há X anos. Eu acho que o pior valor para X que ouvi recentemente é de oito anos.

    De quem é a culpa? Todo mundo, eu acho.

    Vamos começar com os fornecedores de tecnologia. Os sitemas de gerenciamento de conteúdo muitas vezes não proporcionam a flexibilidade suficiente para renovar modelos de página, embora o uso de widgets para atualizar os conteúdos das barras laterais esquerda ou direita no WordPress mostre que isso é mais realista agora. Em teoria o CSS oferece a capacidade de separar o visual do conteúdo, mas parece que a atualização do CSS entre relançamentos de sites é rara. A Flexibilidade para atualizar um design precisa ser nativa, mas isso é muitas vezes ignorado pelo cliente por ser muito caro ou difícil de definir.

    O uso de testes A/B e ferramentas variadas como Google Websites Optimizer trazem uma nova oportunidade para a reformulação de projetos existentes e alternativas. Eu vejo cada vez mais agências especializadas e empresas de usabilidade que oferecem trabalho de otimização de conversão, mas relativamente poucos estúdios de design fazem isso. Seria uma grande oportunidade para os estúdios de design.

    Claro que, para prestar este serviço, as empresas precisariam melhorar seu conhecimento no uso de ferramentas de análise e otimização, mas já é bom ver esse foco pelos estúdios que perceberam a nova onda. Conheça nosso trabalho na área de Marketing Digital.

  • Não basta criar, tem que registrar

    Por Mais Empresas  |  19/10/2011  |  Comente »


    O primeiro passo é ter uma grande ideia. E nem precisa ser nada mirabolante, de outro mundo. Às vezes, um pequeno detalhe, com base no óbvio já faz a diferença. Afinal, como diz um velho ditado: “Apenas os grandes gênios costumam enxergar o óbvio”. É assim que nascem os inventos. Finalizada esta etapa de criação começa outra tão importante quanto, que é se certificar de que a grande invenção já não foi criada por outro ‘gênio’. E é por isso que existem as patentes.

    Ao requerer uma patente ou registro de marca é fundamental fazer uma busca minuciosa para se certificar de que a criação ou a marca é inédita. Como se não bastasse o ato da criação, para obter o registro é preciso seguir alguns requisitos básicos, como ser novidade, ter uma atividade inventiva e ter aplicação industrial. Mas por onde começar? O Institulo Nacional de Propriedade industrial disponibiliza em seu site, uma pesquisa de marcas e patentes. Isso sem falar que existe ainda a Revista da Propriedade Industrial — RPI.

    Podem requerer patente qualquer pessoa física ou jurídica e o prazo de validade depende da modalidade. É bom que se saiba que existem três tipos diferentes: tem o desenho industrial que é caracaterizado por uma nova configuração ornamental ou toda a disposição ou conjunto novo de linhas ou cores, seja para fim comercial ou industrial; Tem o Modelo de Utilidade que tem como característica uma nova forma em objetos conhecidos; e para finalizar, tem a patente de invenção que é quando uma invenção é realmente considerada nova.

    Na era da tecnologia, está mais fácil fazer o registro. A partir do dia 3 de outubro começa a funcionar a nova versão do sistema e-Marcas que estará disponível para todos os usuários no Portal do INPI. Nem preciso dizer que o sistema é mais seguro, rápido e prático. Mais uma vez é a internet facilitando a vida das pessoas. Outra opção são as empresas especializadas em fazer esse tipo de registro.

  • Industria de calçados investe em sustentabilidade

    Por Mais Empresas  |  29/08/2011  |  Comente »

    Look moderno e pautado na sustentabilidade do planeta convidam jovens a responder ao chamado da moda ecologicamente correta.

    Com um século de existência, o All Star, tênis criado pela Converse, de variadas cores e modelos, se destaca em todas as classes sociais por ter um preço super acessível. Até hoje, mais de 800 milhões de pares de Converse All Stars foram vendidos em todo o mundo, sendo 30 000 por semana. É uma peça chave para criar um look mais descontraído, nunca sai de moda, e agora entrar na tendência dos Ecologicamente corretos, preocupada com o aquecimento global, a preservação da natureza, e o futuro de nossas crianças.

    Converse All Star Sustentável

    Em um momento em que todas as empresas estão pensando no verde, e tendo em mãos a licença da Secretaria do Meio Ambiente e Tecnológica, em comemoração aos 100 anos da marca, a Converse All Star lançou uma edição limitada focando a sustentabilidade: o modelo Taylor All Star PET.

    Todo feito de material reciclado como garrafas PET, alumínio, algodão, cola a base de água, fibra de bambu, tendo também a embalagem que é toda transparente, feita com plástico reciclado e por aí vai. Com as cores branco e verde levam o tom das embalagens plásticas. A palmilha interna tem estampas de garrafas PET’s nos vários estágios da reciclagem, bem diferente.

    Com essa iniciativa a converse objetiva despertar mais o interesse dos jovens em adquirir e usar produtos ecologicamente corretos, fazendo com que a geração atual acredite que a degradação do meio ambiente é um problema para ser resolvido agora e não nas futuras gerações.

    A idéia era lançar somente 500 pares desta proposta ecológica, mas ele fez tanto sucesso que entrou na linha! Melhor pra nós, que em breve poderemos adquirir mais um item para um look que além de moderno contribui com a sustentabilidade do nosso planeta.

  • Verdades sobre o marketing digital

    Por Mais Empresas  |  09/08/2011  |  Comente »

    Muito se fala em marketing digital e como ele transformará a publicidade em todo o mundo. Gostem ou não, é notório que cada vez mais empresários migram para esse tipo de propaganda virtual, fazendo transparecer e praticamente provar que a tese dele ser necessário é totalmente verídica.

    Existem alguns pontos que gostaria de debater na coluna dessa semana e os separei em tópicos para melhor elucidar minha ideia e explicar ao leitor quais são os mitos e as verdades sobre o marketing digital e a campanha de links patrocinados.

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  • 4 coisas que você não sabia sobre Marcas e Patentes

    Por Luis Mosko  |  01/08/2011  |  3 comentários »

    Atualmente tem se falado muito a respeito de marcas e patentes, como consequência acabamos pensando nelas como coisas sinônimas, contudo elas não possuem o mesmo significado, apesar de terem uma coisa em comum, ambas dão o direito do proprietário de explorá-las economicamente.

    01) Qual a diferença entre marca e patente?

    A marca é o sinal distintivo que identifica produtos e serviços. Podendo ser letras estilizadas, desenhos ou logotipos. Já a patente recai sobre a invenção ou modelo de utilidade, sendo o primeiro uma coisa totalmente nova e original e o segundo algo preexistente que sofreu melhorias. Ou seja, a marca é o próprio sinal e a patente é o direito sobre algo.

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  • Anita online destaca a importância do blog para relacionamento

    Por Luis Mosko  |  26/07/2011  |  Comente »

    O blog é hoje uma das ações de marketing mais usadas por grandes empresas.

    O conteúdo pode ser a diferença para o novo consumidor, que prefere ler e conhecer o produto antes de comprar. Muito melhor se a loja online possuir um blog com informações e dicas de como usar o produto, não é?

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  • Dicas sobre como aumentar a audiência do seu blog

    Por Mais Empresas  |  13/07/2011  |  Comente »

    A promoção de um blog ou site não é uma tarefa fácil para os webmasters. Pelo contrário, é o que mais atormenta a cabeça dos webmasters e faz com que muitos blogs acabem.

    Milhares de blogs são criados todos os dias, mas apenas alguns serão lidos por mais de uma centena de pessoas e menos ainda serão os que conseguem rentabilizar esses blogs. Alguns bloggers ficam desmotivados e deixam de blogar ao fim de algum tempo.

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  • Conteúdo como porta de entrada

    Por Mais Empresas  |  08/07/2011  |  Comente »

    Divulgar informações de qualidade é uma boa maneira para alcançar novos clientes, parceiros profissionais e fazer um networking relevante.

    “Então, Eduardo, eu li um artigo seu e as informações se encaixaram muito bem no que eu preciso!”. Por diversas vezes, fui contatado dessa forma, consegui novos clientes e efetivei projetos bem interessantes.

    Alguns profissionais temem compartilhar seus conhecimentos, pois acreditam que ao fazerem isso, entregarão o “ouro” para os seus concorrentes ou mesmo para as pessoas resolverem seus problemas sozinhas.

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