Nós desenvolvedores a cada dia nos deparamos com desafios ainda maiores em cada etapa de criação de um projeto web, isso devido à grande variedade de navegadores (desde Internet Explorer 6 aos mais modernos), resoluções (desde netbooks até grandes monitores) e aparelhos com acesso a internet (celulares e tablets). Cada qual com suas peculiaridades.
Se fizermos uma análise geral, chegamos em um ponto, onde o mesmo site não pode ser acessado por todos esses aparelhos, com todas essas combinações, sem afetar a experiência do usuário. Então iniciamos outro processo, em que os sites são segmentados por aparelhos, navegadores e resoluções.
É muito fácil se deparar com uma versão mobile de qualquer site internet adentro, versões para tablets são mais raras, porém existem e estão na moda. Até mesmo sites diferentes para navegadores diferentes, como é o caso do Twitter para Internet Explorer 6.
O jornalista John Markoff, num artigo do New York Times, fala da terceira geração da web como uma organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet, uma inovação focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário.
O Google já trabalha em filtros de conteúdo que moldam seus resultados de acordo com o histórico de navegação do usuário. O Qwiki nos mostrou até onde a tecnologia pode chegar para otimizar a experiência do usuário. É fácil notar a popularização dos aparelhos móveis com acesso a internet. Tantas evidências nos levam a crer que em um futuro não tão distante, cada um de nós acessará a uma web diferente, moldada para si.
Via: Homem do Futuro
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