• Dicas de como abrir um e-commerce de produtos para academia

    Por Mais Empresas  |  03/11/2020  |  Comente »

    Investir em um e-commerce de produtos para academia é aproveitar um mercado em plena expansão.

    O povo brasileiro é conhecido pela sua higiene e cuidado com o corpo. Dessa forma, a quantidade de pessoas que fazem uso de suplementos, moda fitness e demais produtos dessa categoria é enorme.

    Se você não quer investir em uma loja física, o e-commerce é a melhor solução para você. Porém, existem alguns métodos para fazer sua loja virtual de produtos para academia bombar. É disso que vamos falar neste artigo.

    Vamos lá!

    1. Aposte em produtos para academia conhecidos

    Se você nunca trabalhou com o nicho de academias antes, é melhor não inventar moda logo no começo. Aliás, se seu capital inicial for baixo, aí sim você deve apostar em produtos de venda rápida.

    Produtos para academia como Whey Protein, camisetas para academia, calças legging e protetores para as mãos são os mais recomendados.

    Além disso, suplementos como BCAA e termogênicos costumam vender bastante também.

    A quantidade ideal no estoque varia de acordo com sua capacidade atual de estocagem. Sempre invista em produtos de uso recorrente no começo de suas operações, e deixe para diversificar quando sua loja tiver um certo prestígio.

    Crie confiança em seus clientes e eles com certeza vão comprar todos os meses de você!

    2. Utilize o SEO a seu favor

    Seu e-commerce ficará disponível nos mecanismos de busca, ou seja, uma parcela de seus visitantes virá do próprio Google. Uma ótima maneira de aumentar suas vendas é investir em SEO.

    A sigla SEO significa Search Engine Optimization — algo como Otimização para Mecanismo de Busca. Em resumo, são técnicas e métodos que aumentam sua posição no ranking do Google.

    Uma estratégia muito interessante para e-commerce é o uso de long-tails. Dessa forma, ao invés de catalogar seu produto como “Whey Protein”, use o nome completo do produto, como “Whey Protein Gold Standard 100%”, por exemplo.

    Quem digita apenas “Whey Protein” no Google pode estar procurando conhecer mais sobre o produto. Mas quem digita “Whey Protein Gold Standard 100%” com certeza quer comprar.

    Outro ponto importante sobre SEO é o volume de buscas. Não tente competir com gigantes do mercado: aproveite as palavras-chave que ninguém quer.

    Mesmo oferecendo pouco volume, como 10 ou 20 visitas no mês, o acúmulo de visitas a longo prazo será exponencial.

    Foque em conseguir ranquear seu site para uma ou duas palavras-chave todas as semanas. Em um mês serão 8; em um ano serão 96. Dessa forma, seu site terá um tráfego orgânico entre 960 e 1920 por mês!

    3. Aproveite todo o potencial das redes sociais para alavancar as vendas de produtos para academia

    Um dos melhores locais para expor produtos para academia é o Instagram. A venda de um produto, via de regra, ocorre pelo desejo de comprar; visualizar o produto desperta esse desejo nos consumidores.

    Embora o Facebook também tenha seu mérito, o Instagram oferece um consumo rápido de seu conteúdo por meio da visão. Dessa forma, a chance de chamar atenção para seu e-commerce é maior, o que pode aumentar bastante seu faturamento.

    Uma estratégia de redes sociais também deve levar em conta o SEO. De fato, existem mecanismos de busca atuando nas redes também, e por isso você deve ficar atento a isso.

    Use termos relacionados com seu e-commerce, assim como sinônimos e variações da mesma palavra.

    Procure colocar termos que os internautas interessados em seu produto possam utilizar.

    Às vezes isso requer erros gramaticais!

    4. Invista em uma boa gestão

    Nenhum negócio, seja ele físico ou virtual, sobrevive sem uma boa gestão. Note que “gestão” é uma palavra de múltiplos significados, ou seja, não significa apenas a gestão financeira.

    Uma boa gestão deve englobar tudo: estoque, clientes, leads, fornecedores, conteúdo para blog, financeiro e assim por diante.

    É muito comum e-commerces investirem em ferramentas de automação. Assim todos os dados ficam disponíveis para você com facilidade. Além disso, até mesmo a parte fiscal é feita de maneira automática.

    Outro ponto importante é o famoso remarketing. Existem consumidores que vão passar horas escolhendo produtos, colocando-os no carrinho e, por fim, esquecem de comprar. É aí que entra o poder dos e-mails automáticos.

    5. Trabalhe apenas com os melhores produtos para academia

    Algo que vai contribuir muito com o sucesso de seu e-commerce de produtos para academia é a qualidade. Uma das vantagens de investir em suplementos é justamente usufruir do consumo recorrente desses produtos.

    Para que isso aconteça, ter produtos de qualidade é um enorme diferencial. É por isso que você deve escolher com cuidado uma fábrica de suplementos para fechar parceria.

    O mesmo vale para os demais produtos que pretende vender: qualidade e preço baixo atraem muitos visitantes para seu e-commerce.

    Vender produtos consagrados, utilizar técnicas de SEO, fazer uso de redes sociais, ter uma boa gestão e trabalhar somente com produtos de qualidade são métodos que vão levar seu e-commerce de produtos para academia ao sucesso!

  • Como preparar o seu e-commerce para a black friday?

    Por Mais Empresas  |  27/10/2020  |  Comente »

    Enquanto a black friday é só mais uma data para algumas empresas, outras conseguem extrair uma gama de oportunidades e vantagens no período.

    Afinal, a black friday é um dos maiores dias de compras do ano – e, também um dos momentos mais esperados pelos e-commerces -, por isso, cada vez mais estratégias surgem para chamar a atenção dos clientes e ter sucesso nas vendas.

    Ou seja, para os e-commerces, a black friday se tornou uma grande oportunidade de gerar receita.

    No entanto, a pergunta que muitos empreendedores costumam fazer quando se está próximo à black friday é: como se preparar e quais estratégias utilizar?

    Primeiro de tudo, não se pode basear as suas chances de vendas na mera expectativa da data.

    Se você tem um site de tratamento de água industrial, por exemplo, é essencial se programar, realizar um planejamento e planejar boas campanhas para a data.

    Uma vez que a concorrência está cada vez mais acirrada, o e-commerce com mais destaque é que vai gerar mais vendas.

    E para te ajudar a se diferenciar na black friday, nós elaboramos este post e vamos te explicar todos os detalhes do assunto.

    Continue lendo e saiba de algumas boas práticas para você preparar o seu e-commerce para a black friday. Vamos lá?

    1. Planeje suas promoções para a black friday

    Um dos pontos mais importantes para preparar o seu e-commerce na black friday é com um bom planejamento de promoções.

    Pense que a principal atração da data são justamente os descontos e promoções e descontos aplicados em serviços e produtos diversos.

    Sendo assim, até mesmo se você atua em ramos mais específicos, como em serviços de dobra de chapa, entre outros, as promoções e descontos não podem faltar.

    No entanto, não vá além do seu limite. Calcule sua demanda e analise a viabilidade de produtos em seu estoque.

    Por fim, também é muito importante quais serão os produtos e serviços principais ofertados na black friday. Mantenha apenas um ou alguns poucos padrões de descontos para que os consumidores não se sintam confusos na hora da compra.

    2. Confira sua infraestrutura

    Apesar de ser uma dica indispensável, muitos empreendedores acabam deixando-a de lado. Como resultado, as estratégias elaboradas podem não trazer retorno algum.

    Ao contrário de uma loja física, a infraestrutura de um e-commerce está relacionada ao tráfego de visitantes, servidores, hospedagem, segurança de dados, entre outros.

    No entanto, lidar com a infraestrutura online pode ser ainda mais desafiante. Afinal, não é possível controlar os visitantes que entram e saem da plataforma.

    Sendo assim, verificar com antecedência se o seu servidor possui capacidade para suportar um grande tráfego em seu e-commerce é essencial.

    Analise também a hospedagem da sua plataforma. Se o seu provedor for terceirizado, entre em contato com o fornecedor para alertá-los sobre a chegada de um aumento de tráfego na data do black friday.

    3. Pense no frete grátis na black friday

    Ao contrário do que muitos imaginam, o frete é um dos grandes responsáveis pelo cancelamento de compras. Isso, pois, ao ver que o preço final está muito alto, o consumidor opta por comprar os determinados produtos e serviços em outro site.

    Além disso, muita gente também acaba desistindo de comprar em um e-commerce para comprar em uma loja física.

    Sendo assim, uma dica interessante é preparar o seu e-commerce para oferecer frete gratuito.

    Se você tem um e-commerce e vende produtos como motor elétrico usado, é possível oferecer frete grátis apenas se o consumidor ultrapassa um percentual de valor em compras, por exemplo.

    4. Divulgue suas promoções

    De nada adianta planejar, analisar e desenvolver promoções e descontos diversos, se o seu e-commerce não é visível para seu público-alvo, não é mesmo?

    Por isso, é fundamental promover ações e campanhas para divulgar a sua marca neste período. Alguns exemplos de estratégias de divulgação é o e-mail marketing, divulgação em redes sociais, links patrocinados, marketing de conteúdo, parcerias com empresas do seu ramo de atuação, entre outros.

    Agora que você já sabe como é possível preparar o seu e-commerce para a black friday de 2020, o que acha de aplicar essas dicas agora mesmo e ter sucesso nesta data? Gostou do nosso conteúdo? Conta pra gente!

    Esse artigo foi escrito por Rafaela Ricardo, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

  • CRM para e-commerce: saiba como funciona

    Por Mais Empresas  |  08/10/2020  |  Comente »

    Você sabe para que serve um CRM para e-commerce? Se não, este artigo é para você!

    Não é de agora que se fala da importância do relacionamento com o cliente para o sucesso das empresas. Na internet, isso não é diferente – inclusive, é necessário aprofundar essa aproximação, diante da grande diversidade de ferramentas interativas.

    É nesse contexto que surge o CRM (Customer Relationship Management), ou “Gestão de Relacionamento com o Cliente”, um software especializado no registro, organização e administração de todos os pontos de contato de um consumidor com a empresa.

    No artigo de hoje, saiba como funciona um CRM para e-commerce e aprenda como usar a tecnologia a favor do seu negócio. Acompanhe a leitura!

    Afinal, o que é um CRM?

    O CRM é um software de relacionamento, desenvolvido com uma tecnologia de ponta, que permite o gerenciamento de todas as informações de contato do cliente com a marca.

    Isso quer dizer que se um usuário entrou no site da sua empresa e perguntou o valor de uma fita antiderrapante para escada 3m através do chatbot da página, o CRM fará o registro desse diálogo e armazenará todas as informações necessárias.

    Assim, quando um vendedor fizer contato com o cliente, ele já terá em mãos uma série de referências, tornando a comunicação mais efetiva.

    O CRM lida com uma enorme quantidade de informações sobre o usuário, como:

    • Nome;
    • Endereço;
    • Telefone;
    • E-mail;
    • Quantidade de visitas no site;
    • Descrição das interações.

    O software é muito mais do que uma lista de contatos. Através dele, é possível construir um relacionamento duradouro com os clientes, oferecendo a melhor experiência de atendimento, durante toda a jornada do consumidor.

    Não só isso: com o CRM, a empresa pode direcionar o conteúdo certo, conforme a etapa do funil de vendas em que o cliente está. Dessa forma, o usuário pode receber materiais personalizados, conforme os seus interesses.

    Pense por um instante: uma pessoa que acabou de conhecer o seu site de transportes de cargas pequenas precisa de um conteúdo X, enquanto um cliente que já fechou negócio e está voltando à sua página irá precisar de um material totalmente diferente. 

    É aí que entra o CRM. Com o software, é possível identificar exatamente quem é o cliente, o que ele já sabe sobre o seu negócio, o que precisa saber e quais são os seus desejos. 

    Com isso, é muito mais fácil oferecer o conteúdo certo e aumentar as chances de compra.

    Quais as vantagens do CRM para e-commerce?

    Quando uma empresa está começando, pode até parecer fácil controlar as informações a respeito dos clientes com uma simples planilha ou agenda.

    Mas, à medida que o seu negócio cresce, fica difícil contar só com esse processo manual, ainda mais com a grande quantidade de dados disponíveis na internet.

    Por exemplo, mesmo na compra de um colar guia espiritual, o usuário passa uma série de informações, como nome, formas de contato (e-mail, telefone, WhatsApp), endereço para entrega, data de nascimento, etc. 

    Agora, imagine lidar com centenas de clientes, ao mesmo tempo! Isso pode ser bastante trabalhoso e difícil.

    Daí o porquê é importante investir em um software CRM. O sistema irá fazer todo esse gerenciamento de forma automatizada, evitando perda de dados ou eventuais erros.

    Há ainda muitas outras vantagens em investir no CRM. Conheça algumas delas abaixo:

    1 – Maior controle e organização 

    O uso de planilhas e agendas de preenchimento manual prejudica o acompanhamento de oportunidades. 

    Você pode deixar passar uma grande chance de venda, só porque não estava com os dados do cliente organizados.

    Com o software de CRM, é possível acompanhar todo o processo de vendas, desde o primeiro contato do usuário com o seu e-commerce. Isso ajuda a ter uma visão clara de cada uma das etapas de negociação, com maior controle das atividades.

    Desse modo, fica mais fácil direcionar os esforços e trazer mais vendas para a empresa.

    2 – Todos os dados em um só lugar

    Não dá para contar só com a memória, ainda mais quando temos que gerenciar e administrar um negócio inteiro. 

    Além disso, os seus vendedores também não conseguem armazenar todas as informações de um contato: eles precisam anotar os dados.

    Até porque, se você perder um detalhe de atendimento, isso pode prejudicar toda a sua venda, afetando até mesmo a imagem que o usuário tem a respeito do seu negócio.

    Imagine, por exemplo, que uma pessoa perguntou sobre uniforme auxiliar de limpeza completo, mas não recebeu nenhuma resposta da empresa. Ou pior: recebeu informações discordantes de mais de um atendente!

    Por isso, é essencial que todos os dados a respeito de um atendimento sejam armazenados e compartilhados com todos os vendedores. O CRM é capaz de fazer isso, permitindo o acesso em uma só plataforma.

    Além de ajudar os vendedores, é uma boa maneira de ter uma visão completa do seu e-commerce e, assim, tomar decisões mais assertivas, com base em dados.

    3 – Vendas mais rápidas

    Hoje em dia, o consumidor digital quer fazer uma compra o mais rápido possível e com menos burocracia.

    Até nas etapas de envio do produto, é preciso ter agilidade. Afinal de contas, o usuário pode optar por uma entrega de remédio, por exemplo, que faça o envio em tempo menor.

    Nesse sentido, o CRM pode ser um grande aliado, pois ele conduz o processo de vendas em um só lugar, permitindo a integração de vários canais de contato, como as redes sociais, e-mail, aplicativos de mensagens, etc.

    O resultado não podia ser outro: ciclo de vendas menor, atendimento mais rápido e maiores chances de compra!

    Boas práticas do CRM para e-commerce

    Claro que todos esses benefícios do CRM só podem ser aproveitados quando o seu e-commerce usa a ferramenta do modo correto. 

    De nada adianta ter a tecnologia, se você continua registrando os pedidos de uniforme limpeza feminino em um bloco de anotações, por exemplo.

    Para te ajudar a usar o CRM com eficácia, separamos algumas dicas que podem fazer a diferença para aproveitar ao máximo do software. Leia a seguir!

    1 – Mantenha o programa atualizado

    É preciso manter o software sempre atualizado. Isso garante que não haverá perda de dados do cliente, nem falhas de segurança.

    Além disso, é preciso verificar que todos os campos foram preenchidos no sistema com as informações do cliente, mas sem causar poluição visual.

    A princípio, isso pode parecer uma tarefa demorada e chata, mas é a parte fundamental para aproveitar ao máximo do CRM. 

    Afinal de contas, ao realizar um atendimento para venda de maquinário industrial, os vendedores já contam com todas as informações em mãos, o que agiliza todo o processo e contribui para as vendas.

    2 – Veja mais do que o óbvio

    Depois de preencher os dados básicos do CRM, é o momento de olhar o sistema como um todo, para coletar possíveis insights que ajudam a sua equipe na evolução dos contatos e processos de venda.

    Até porque estamos tratando de uma ferramenta que nos ajuda a entender mais sobre o público, contribuindo para campanhas mais assertivas e direcionadas.

    Ou seja, o CRM atua como um software integrado às estratégias de marketing digital e, com certeza, ao usar os dados dos clientes, é possível alcançar melhores resultados.

    3 – Estimule o upselling

    A jornada de compra do cliente não termina após ele adquirir o seu produto ou serviço. Ao contrário, é preciso mantê-lo ativo e construir um bom relacionamento com a marca, para que ele sempre volte a comprar com você.

    Além disso, o bom relacionamento é fundamental para criar os “promotores da marca”, isto é, aqueles consumidores que indicam a sua empresa para outros conhecidos, aumentando a sua cartela de leads (potenciais clientes).

    Isso é feito com a nutrição do público, através do compartilhamento de conteúdo relevante, sempre que possível. Desse modo, a sua empresa será sempre lembrada por quem já comprou com você.

    Por exemplo, um cliente que comprou peças refrigeração industrial pode receber um e-mail oferecendo desconto na próxima compra. Ou, ainda, sugerindo a participação em um “clube de vantagens” da empresa.

    Perceba que em ambos os casos, o cliente é estimulado a comprar novamente (upselling) e, com isso, constrói-se uma relação mais próxima e saudável com a marca.

    O CRM pode ser usado nessa estratégia, uma vez que é possível verificar quem são os clientes fiéis e com chances de recompra, para assim, orientar os conteúdos.

    Conclusão: CRM para e-commerce

    Ainda não tem um CRM no seu e-commerce? Então, está na hora de implementar a tecnologia para conseguir aumentar as suas vendas, além dos outros benefícios citados nesse texto.

    Essa é uma das tendências mais atuais do mercado e já vem mostrando ótimos resultados para os comércios eletrônicos.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • Dicas de ferramentas para montar e-commerce com facilidade

    Por Mais Empresas  |  30/09/2020  |  Comente »

    Você quer montar e-commerce ou fazer o desenvolvimento de e-commerce, mas não sabe por onde começar? Hoje em dia, existem diversas ferramentas que poderão te ajudar a conseguir esse objetivo, e o melhor, com facilidade. 

    O comércio eletrônico está cada vez mais ocupando o seu espaço. As empresas estão percebendo que precisam estar online para vender mais.

    Enquanto isso, os consumidores também se sentindo mais confortáveis em fazer compras online e aproveitando todas as vantagens do e-commerce. 

    Se você tem um site de comércio eletrônico ou planeja construir um usando uma plataforma de e-commerce, o futuro pode ser muito promissor para o seu negócio. 

    No entanto, você estará em um mercado enorme, como muitos concorrentes.

    Portanto, é importante que você construa uma bom e-commerce para o seu público-alvo. Mas por onde começar?

    Neste post, você vai conferir algumas dicas de ferramentas para montar e-commerce com facilidade. 

    Vamos lá!

    Opções de ferramentas para ajudar a montar e-commerce

    Hoje em dia, é possível montar diferentes tipos de sites sem a necessidade de entender de programação web.

    Claro, você optar por contratar o serviço de desenvolvimento de comércio eletrônico para que um profissional faça isso para você. 

    Porém, se você quer entender como pode montar um e-commerce com facilidade através de ferramentas, veja nossas dicas a seguir: 

    Shopify

    O Shopify é uma das plataformas mais utilizadas para a criação de e-commerce em todo o mundo. Essa popularidade é decorrente de uma série de benefícios, sendo alguns deles: 

    • Fácil configuração: com centenas de modelos de templates disponíveis, você não precisa saber de programação para criar seu e-commerce e colocá-lo em funcionamento.
    • Extensa lista de funcionalidades: o Shopify tem cerca de 2.000 plugins e extensões disponíveis para diferentes necessidades, como gerenciamento de estoque, por exemplo. 

    Com essa ferramenta, você também pode desfrutar de vantagens como a capacidade de vender diretamente no Facebook, chat ao vivo durante 24 horas por dia (7 dias por semana), suporte por e-mail e configuração otimizada para dispositivos móveis. 

    Kissmetrics

    Depois de configurar seu e-commerce, você precisará de uma solução para medir a quantidade de visitantes que chegam a ele.

    Afinal, é importante saber de onde eles vêm, quanto tempo passaram em quais páginas, bem onde passaram antes de decidir fazer uma compra. 

    O Kissmetrics é uma ferramenta analítica ideal para as necessidades analíticos do seu negócio.

    Portanto, no momento de criar seu e-commerce, é importante já pensar nas análises. 

    Alguns de seus recursos são: 

    • Interpretação fácil das informações: a ferramenta usa gráficos e tabelas fáceis de entender, com rótulos que mostram tudo o que você precisa saber de forma rápida e prática.
    • Análise precisa: o rastreamento em tempo real e a geração fácil de relatórios faz com que você tenha análises atualizadas o tempo todo e possa ter uma visão do que está dando certo e o que precisa ser melhorado em seu e-commerce.

    A ferramenta fornece aos empreendedores de e-commerce tudo o que precisam para que possam expandir seus negócios usando dados sobre como os visitantes interagem com sua loja. 

    Além disso, você pode integrar o Kissmetrics facilmente à sua loja Shopify.

    PayPal 

    Além de configurar o seu e-commerce, você obviamente precisa de uma forma de receber o pagamento.

    O PayPal é uma das melhores maneiras de fazer isso, pois oferece flexibilidade na forma como seus clientes podem pagar e como você aceitá-los. 

    Algumas das principais vantagens do PayPal são: 

    • Flexibilidade: os clientes podem pagar com seus cartões de crédito, seu próprio PayPal e até mesmo suas contas bancárias. Depois que o dinheiro for aceito em sua conta do PayPal, você pode transferi-lo para o seu banco, gastá-lo online ou usar o Business Debit Mastercard do PayPal para fazer compras instantaneamente nos terminais de ponto de venda.
    • Fator de alta confiança: 210 milhões de pessoas optam por usar o PayPal por causa de sua política de proteção ao comprador. O uso do PayPal deixará os compradores de primeira viagem mais fáceis.
    • Integração máxima: cada plataforma de comércio eletrônico oferece integração com o PayPal, portanto, será simples configurar sua área de checkout usando esta plataforma de pagamento.

    O PayPal também oferece suporte por e-mail e bate-papo 24 horas por dia (7 dias por semana), e uma série de atualizações de contas empresariais que facilitam o acompanhamento do crescimento do seu negócio.

    Últimas palavras sobre como montar e-commerce

    Decidir criar um e-commerce é um passo muito importante na vida de qualquer dono de negócio.

    Porém, para que isso seja feito da melhor forma possível, é importante escolher boas ferramentas para que o seu comércio eletrônico seja feito com qualidade e possa atingir os resultados que você deseja. 

    Vale dizer que essas são apenas algumas sugestões de ferramentas para montar um comércio eletrônico com facilidade, mas existem muitas outras dicas sobre como abrir um e-commerce

    Portanto, vale a pena pesquisar e testar opções para que realmente encontre as que sejam ideais para suas necessidades. 

    Gostou das dicas de como montar e-commerce? Depois deste post, desejamos que você dê os primeiros passos na criação do seu negócio online e em breve alcance seus objetivos!

  • Como o mercado de e-commerce se comporta diante da pandemia?

    Por Mais Empresas  |  21/08/2020  |  Comente »

    O e-commerce, ou como também é conhecido, comércio eletrônico, cresceu na pandemia. É uma modalidade de mercado onde as vendas e os pagamentos são feitos pela internet, por meio de dispositivos como celulares, tablets e computadores.

    Apesar de parecer óbvia, nem sempre a definição de e-commerce está clara para os empreendedores de negócios que atuam no meio físico há um tempo. 

    Por exemplo, para eles, é difícil distinguir a diferença entre e-commerce e loja virtual.

    Na loja virtual, o consumidor pode retirar o produto na loja física. Já no e-commerce, toda a transação é feita pela internet, sendo que o cliente vai receber sua mercadoria em casa.

    No entanto, estamos diante de um momento um tanto fora do padrão com a crise do novo coronavírus, que como consequência levou ao crescimento das plataformas de vendas para os comércios.

    Esta facilidade tem ganhado progressivamente mais adeptos, uma vez que se transformou no único meio seguro de continuar comprando, sem colocar em risco a saúde do consumidor.

    Só que é preciso entender essa nova realidade e seu desenvolvimento, prever como essa modalidade vai se comportar após a pandemia e as razões pelas quais os proprietários de negócios devem investir no e-commerce. Continue a leitura!

    O e-commerce continuará crescendo depois da pandemia?

    Antes de falarmos sobre o futuro, é necessário entender a situação das vendas on-line agora e de que maneira elas cresceram nos últimos anos.

    Desde 2018, as plataformas e-commerce vêm crescendo consideravelmente, segundo um levantamento feito pela Nielsen.

    O crescimento foi de 12% em 2018, seguido de mais 12% em 2019, movimentando bilhões de reais.

    Isso aconteceu em todos os setores, movimentando empresas de motoboy delivery e muitos outros seguimentos. 

    No entanto, com a chegada da pandemia, os hábitos dos consumidores se transformaram e o isolamento social obrigou as pessoas a consumirem mais pela internet.

    Para se ter uma ideia de tal evolução, segundo uma pesquisa do Compre & Confie, o e-commerce cresceu 71% no primeiro semestre de 2020 e a tendência é que continue em alta durante todo o ano, assim como nos meses que se seguirão.

    Como será o comércio após a pandemia?

    Os hábitos de consumo e a maneira como as pessoas compram produtos e serviços nunca mais serão os mesmos após essa crise na saúde.

    Isso será ainda mais sentido no Brasil, onde os efeitos da pandemia foram (e continuam sendo) muito grandes.

    Mesmo quando a rotina voltar normalmente, com as pessoas trabalhando fora e podendo frequentar os lugares de antes, a maneira como compramos sofreu alterações permanentes.

    O e-commerce, como já vimos, cresceu muito e também evoluiu para que fosse possível atender às necessidades de todas as pessoas, seja na hora de comprar alimentos ou contratar serviços de frete de moto.

    Para se ter uma ideia de sua rápida evolução, quando o vírus se espalhou, as plataformas de vendas on-line ainda tinham algumas limitações, mas agora não mais. 

    Isso porque essa modalidade nunca se fez tão necessária quanto agora.

    Por conta disso, muitos lojistas se sentiram obrigados a digitalizar seus negócios e investir em dispositivos e lojas virtuais.

    Também precisaram rever suas políticas de entrega, atendimento e outros processos, para transformar suas lojas no que há de melhor quando o assunto é e-commerce

    Isso inclui diversos setores, tais como:
    • Restaurantes;
    • Lojas diversas;
    • Serviços;
    • Supermercados;
    • Entre outros.

    A tendência é que, mesmo após a crise, as vendas pela internet continuem crescendo, portanto, é necessário que todo negócio pense em como fazer entrega rápidas e oferecer os melhores serviços para os consumidores.

    Isso porque já era previsto que esse tipo de venda crescesse naturalmente com o passar do tempo, uma vez que as pessoas estão cada vez mais conectadas.

    Olhando todo o histórico dos últimos meses de pandemia

    Podemos observar que as vendas on-line sofreram uma queda no início da pandemia em todo o país. 

    Isso porque a situação era nova e inusitada, e tanto as pessoas quanto o mercado e o governo não sabiam como agir, e com o passar do tempo, tanto os empresários quanto os consumidores foram se adequando. 

    No entanto, o crescimento do e-commerce se deve a diversos fatores.

    O principal deles é o fato de que as pessoas foram obrigadas a se adaptarem a essa nova realidade.

    No entanto, ao longo do tempo, é natural que isso se torne um hábito, principalmente porque há um vasto crescimento na disposição de produtos e serviços pela internet, inclusive de assuntos bancários.

    Além disso, seja na hora de comprar sacola de tecido personalizada ou qualquer outro produto, os hábitos de consumo são muito voláteis, e cabe ao e-commerce se adaptar aos hábitos de consumo das pessoas.

    Um exemplo disso é o fato de as lojas físicas terem de se ajustar aos hábitos de seus consumidores.

    Ou seja, se o e-commerce não priorizar seus clientes para um futuro que começou com a crise, a tendência é que ele fique para trás.

    Isso porque, as pessoas já perceberam que na internet elas têm um espaço infinito de lojas nacionais e internacionais, e que podem encontrar absolutamente tudo o que precisam.

    Essas facilidades, unidas à necessidade de segurança durante o isolamento social, aumentaram as compras pela internet, mas a concorrência também cresceu.

    A tendência é que isso continue acontecendo no período pós-pandemia.

    Portanto, os hábitos de consumo depois da pandemia não serão mais os mesmos

    Pois muito antes da crise já era possível notar um grande aumento em encomenda expressa, por exemplo.  

    Além disso, é importante se adaptar à nova realidade do dia a dia das pessoas.

    Por exemplo, uma loja virtual voltada para materiais de escritório pode focar suas vendas em materiais para home office.

    Outra tendência para o pós-pandemia é o aumento na pesquisa por voz, que já vem acontecendo há um tempo.

    Além disso, mais do que procurar por produtos e serviços, as pessoas estarão mais adeptas ao “faça você mesmo”.

    Ou seja, mais do que oferecer promoções e anúncios focados em seus produtos, as plataformas e-commerce precisam se voltar para a promoção de conteúdos que agreguem valor ao dia a dia das pessoas.

    Essa, inclusive, é uma das principais tendências pós-pandemia, que não vai só aumentar as vendas e-commerce, como também ajudar as marcas a se relacionarem melhor com seu público-alvo.

    Por que investir no e-commerce?

    Além de já ser um mercado bem estabilizado no presente e com boas perspectivas para o futuro, investir numa plataforma e-commerce traz outras razões para os negócios, tais como:

    1 – Vendas 24 horas por dia

    Ao contrário das lojas físicas, que têm horário para funcionar, uma empresa de cartão de visita moderno pela internet pode vender durante o dia inteiro, nos sete dias da semana, incluindo finais de semana e feriados.

    Para isso, não será necessário arcar com custos extras, como funcionários e estrutura física para funcionamento.

    2 – Sem limitações geográficas

    As plataformas e-commerce não têm limites geográficos, portanto, é possível vender para todo o país, inclusive para o exterior.

    Para isso, basta usar algumas ferramentas de pagamento global, que possuem versões gratuitas disponíveis.

    3 – Gastos reduzidos

    Antigamente, quando essa modalidade ainda era novidade, investir nas vendas pela internet podia ser muito caro.

    Mas hoje, com a popularização da internet e da tecnologia, ficou muito mais vantajoso investir nas vendas on-line.

    Para quem já atua no espaço físico vendendo embalagens papel ou qualquer outro produto ou serviço fica ainda mais fácil, uma vez que é possível unir os dois recursos quando a crise da pandemia passar.

    4 – Melhor acompanhamento do negócio

    Qualquer empresa precisa de um administrador que acompanhe de perto o negócio, necessitando ter acesso rápido às informações que fazem parte dele.

    O e-commerce possui ferramentas informatizadas que registram todas as suas informações, tais como:

    • Vendas;
    • Estoque;
    • Contas a pagar e receber;
    • Pedidos;
    • Lucros.

    Dessa forma, fica mais fácil gerenciar um negócio on-line do que físico, melhorando seus serviços e processos e conquistando mais vendas.

    5 – Igualdade de oportunidade

    É muito mais difícil competir no mercado tradicional do que no on-line, independentemente de qual nicho a empresa atue.

    Por exemplo, uma nova fabricante de sinalização horizontal de cor vermelha vai ter muito mais espaço na internet logo de cara. 

    Inclusive, ela consegue montar uma loja virtual tão atraente quanto à loja física de uma concorrente há mais tempo no mercado.

    As campanhas de marketing digital também são mais baratas, o que leva oportunidades iguais para todos.

    Conclusão

    O e-commerce já é uma realidade na vida dos consumidores antes, durante e depois da pandemia.

    Cabe aos negócios se adaptarem a essa nova demanda e possibilitar que seus consumidores tenham acesso ao que vendem pela internet.

    Mais do que fazer bons negócios, ter um comércio virtual é acompanhar uma tendência que vai crescer cada vez mais, pois traz mais vantagens para quem compra e para que vende.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • Passo a passo para entender sobre o mercado eletrônico

    Por Mais Empresas  |  29/05/2020  |  Comente »

    O mercado eletrônico trouxe uma nova oportunidade de negócios para pessoas que querem empreender de alguma maneira.

    Trabalhar no conforto do lar ou de qualquer lugar do mundo, de maneira simples e prática, é o sonho de todos. E as plataformas e-commerce possibilitaram essa realização.

    Esse modelo de negócios tem crescido consideravelmente no Brasil, enquanto muitas lojas físicas estão fechando as portas, ou por optarem somente por esse modelo de mercado, ou por terem sido vencidas por ele.

    Imagine, por exemplo, no momento que estamos vivendo devido a pandemia do novo coronavírus. Muitos consumidores estão comprando os mais variados produtos por meio dessas plataformas, uma vez que o comércio está fechado.

    Mesmo com o fim da quarentena, a tendência é que esse mercado mantenha-se ainda mais ativo. Portanto, este é o momento de investir em uma loja virtual, pois as pessoas não estão dispostas a se arriscar ao sair para comprar itens que não sejam alimentos e remédios.

    Só que, para entrar neste mercado, é importante entender como ele funciona, quais são suas tendências e a melhor forma de colocar em prática. Siga na leitura deste artigo para entender mais sobre este assunto.

    Como funciona o mercado eletrônico

    Mercado virtual, e-commerce, mercado eletrônico e loja virtual são nomes dados para um modelo de negócios que comercializa seus produtos pela internet. Mas ele é tão parecido com uma empresa física do que se imagina.

    Inclusive, é muito vantajoso para as lojas físicas manterem uma versão digital, uma vez que é necessário criar um plano de negócios, divulgar e investir tempo e dinheiro.

    Esse modelo de negócios atrai muitas pessoas que desejam vender de tudo, desde roupas até processador de alimentos profissional

    Isso ocorre porque o mercado eletrônico passa a impressão de que basta criar um site e colocar os produtos à venda.

    No entanto, não é bem assim que acontece. O mercado eletrônico funciona da seguinte maneira: uma empresa investe em uma plataforma de vendas; os produtos são disponibilizados nela; em seguida, é feita a divulgação.

    Após isso, o consumidor escolhe o que deseja comprar e é direcionado para a forma de pagamento. Quando o pagamento é concretizado, o consumidor recebe o seu produto.

    Só que para que todas essas etapas tenham sucesso, é necessário fazer o uso de algumas estratégias, que envolvem:

    • Comunicação digital;
    • Usabilidade;
    • Marketing digital.
    • Análise de dados.

    Todas essas estratégias serão vistas mais à frente. Mas antes, é importante estar por dentro das tendências desse mercado.

    Tendências do mercado eletrônico

    Por conta do alto crescimento do comércio eletrônico no Brasil e no mundo, algumas das principais tendências são:

    1 – Avaliação com fotos e vídeos

    Na China, essa tendência já é uma realidade. Qualquer que seja o produto ou serviço, como jateamento abrasivo, as avaliações influenciam muito na decisão de compra do consumidor.

    Quando acompanhada de uma foto ou vídeo, a pessoa que está pensando em adquirir determinado produto, consegue ter uma noção real e sente-se mais segura para realizar a compra.

    2 – Sites mais leves

    Muitos líderes do mercado eletrônico estão usando tecnologias para deixarem os sites mais leves, e esta é uma tendência que veio com tudo nesse ano.

    Essa novidade visa transformar sites em aplicativos, que ocupam menos espaço nos dispositivos móveis e possuem navegação mais rápida e fácil, além de baixo consumo da internet.

    3 – Comando de voz

    Buscar e comprar por comando de voz é a principal tendência para esse mercado a partir de 2020. Isso porque cada vez mais pessoas têm optado por pesquisar aquilo que desejam por comando de voz.

    Portanto, o uso de tecnologias voltadas mais para a semântica será prioridade entre as plataformas e-commerce.

    4 – Anúncios automatizados

    A eficácia da publicidade depende do contexto em que é inserida, e isso inclui o ambiente do usuário. Por isso, a automação vai incluir até mesmo localizações para facilitar a venda dessas plataformas.

    Seja para vender revestimentos metálicos ou qualquer outro produto, é importante estar atento a essas tendências, uma vez que elas mudam rapidamente a realidade do mercado eletrônico.

    Mesmo assim, existem algumas práticas que são necessárias para que a loja virtual dê certo.

    Melhores práticas para o mercado eletrônico

    A internet é um vasto campo de possibilidades, e uma delas é o comércio eletrônico. Mas o tempo todo surge uma plataforma que venda os produtos mais procurados, como cabeamento de rede, por exemplo.

    Por isso, é importante priorizar algumas estratégias que são fundamentais para que uma loja virtual seja bem-sucedida. E algumas das principais são:

    1 – UX

    UX é uma sigla para User Experience. Seu principal objetivo é, além de levar o melhor conteúdo aos usuários de um site, fazer com que esses conteúdos sejam consumidos da maneira mais agradável possível.

    Portanto, ele preza por um design responsivo, organizado e intuitivo. 

    O UX é importante para garantir diversos aspectos que contam para o cliente, como a velocidade de carregamento do site e a experiência ao usá-lo.

    Esses dois fatores são importantes porque se o usuário se depara com um site que demora a carregar ou que ele simplesmente não saiba usar, pode acabar desistindo da compra.

    2 – Compreender a persona

    Independentemente do que uma loja virtual comercialize, como produtos tecnológicos ou bronze tm 23, ela precisa ter e entender a sua persona.

    Trata-se de um arquétipo perfeito do tipo de cliente ideal de uma marca. Ela surge com base em pesquisas no público-alvo, ou seja, há um embasamento que ajuda na criação desse perfil.

    A partir do momento em que ela é criada, é possível guiar a decisão estratégica de todos os esforços em marketing e produtos. Portanto, a marca cria conteúdos e mensagens que são atraentes para aquele público.

    3 – Entender o comportamento do usuário

    Compreender o comportamento do usuário é um desafio para as lojas virtuais, bem como para outros tipos de empresas.

    Isso acontece porque as informações são atualizadas minuto a minuto, e os usuários costumam navegar em multi-telas.

    Por isso, é importante que uma revenda de porta de aço automática, por exemplo, faça uma boa pesquisa comportamental. Essa estratégia é importante para trazer muitos insights positivos para esse tipo de negócio.

    Como consequência, elas obtêm mais informações e uma percepção melhor do público-alvo. 

    Mas, para isso, são necessários recursos, metodologias apuradas e um pouco de investimento.

    Também é fundamental entender quais são as carências que em um determinado momento os usuários têm. Com isso, fica mais fácil definir quais são os objetivos, além de permitir o desenvolvimento de um briefing.

    4 – Análise de tráfego

    Ter um bom nível de tráfego é importante para qualquer tipo de página na web, principalmente um e-commerce.

    Isso porque, se é por meio de um site que uma loja vende máquinas de usinagem de engrenagens, ele precisa ter uma boa quantidade de pessoas trafegando nele.

    Por isso, é importante conhecer as métricas e obter bons resultados. Além disso, mensurar e analisar o tráfego permite saber quais serão as próximas ações.

    As lojas on-line podem visualizar as métricas de seu site por meio do Google Analytics. Essa ferramenta é gratuita e ajuda a perceber como o site está caminhando e quais são as atitudes que podem ser tomadas para melhorá-lo.

    Algumas das principais métricas que precisam ser analisadas são:

    • Número de sessões;
    • Origem do tráfego;
    • Custo por geração de lead;
    • Taxa de rejeição.

    Existem outras métricas que podem ser avaliadas, mas estas podem ajudar as plataformas a tomarem decisões mais assertivas para a venda de puxadores para portas e muitos outros produtos.  

    5 – Arquitetura da informação

    A arquitetura da informação em sites tem a função de auxiliar os usuários a encontrarem o que estão procurando.

    Essa estratégia é muito importante para que o visitante de uma plataforma e-commerce não fique perdido e encontre facilmente o produto que estava procurando.

    Ela garante uma boa usabilidade do site e também uma experiência positiva para o consumidor, pois quando o site não tem essa atenção, o consumidor acaba desistindo e partindo para o site do concorrente.

    Esse dano é muito significativo, uma vez que esses problemas podem acontecer com outras pessoas que visitem a página. Portanto, para não perder bons negócios, é preciso investir em arquitetura da informação.

    Conclusão sobre o mercado eletrônico

    O mercado eletrônico veio para simplificar a vida das pessoas, trazendo até elas a oportunidade de comprar bons produtos, por preços acessíveis e de onde estiverem, recebendo no conforto do lar.

    Só que para que ele funcione da melhor forma possível, é necessário estar atento às tendências do mercado eletrônico e aplicar as principais estratégias.

    O mercado digital é muito atraente para os consumidores, mas ele não deve ser feito de qualquer maneira. Apesar de simples, requer alguns cuidados que garantem o sucesso da loja e a satisfação dos consumidores.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • Passo a passo para entender o papel da UX

    Por Mais Empresas  |  23/04/2020  |  Comente »

    UX é uma sigla para User Experience, conceito essencial para o sucesso de qualquer estratégia relacionada ao Marketing Digital. E mesmo sendo muito importante, ainda existe muita confusão a respeito de seu significado.

    Muitas empresas também não sabem ao certo como usá-lo, mas o fato é que as maiores e mais populares estão sempre muito preocupadas com o que diz respeito à experiência do usuário.

    Apesar de ser prioridade das maiores empresas do mercado, o UX pode ser usado por todos os segmentos. 

    Por isso, independentemente de qual seja o tamanho de uma marca, ela deve usar essa estratégia.

    As plataformas e-commerce têm crescido cada vez mais no Brasil e no mundo, principalmente no momento que estamos vivendo agora. Com o comércio físico fechado, as compras on-line não param de aumentar.

    Só que existe muita concorrência no meio digital, por isso, é importante garantir que o consumidor tenha a melhor experiência possível, para que ele escolha o seu negócio para fazer uma compra, ao invés do concorrente.

    Em vista disso, vamos falar sobre a importância do e-commerce na vida das pessoas, os benefícios trazidos por ele, e como o UX pode ajudar essas plataformas, bem como as diferenças e complementações entre o UX e o UI.

    Importância do e-commerce

    E-commerce é um modelo de negócios que funciona 100% pela internet. Ou seja, se o consumidor encontra uma loja de elementos filtrantes hidráulicos e-commerce, esta loja não possui estabelecimento físico.

    Além disso, a escolha dos produtos, a forma de pagamento e todo o processo de compra é feito de maneira totalmente on-line, bem como a comunicação com essas plataformas.

    Elas permitem que os consumidores comprem qualquer coisa que precisam, no momento em que desejarem. Ou seja, ele pode querer comprar um produto tanto às 3 da manhã, quanto ao meio-dia.

    Novas oportunidades de negócios

    As lojas on-line favorecem a geração e exploração de oportunidades novas e únicas de negócios. 

    Com isso, elas geram mais valor tanto para quem vende, quanto para quem compra, fazendo mais com menos.

    Mas além de permitir novos modelos de negócio, o e-commerce também traz vantagens como:

    • Atendimento 24 horas por chat;
    • Mais comodidade;
    • Melhor acompanhamento da compra;
    • Mais opções de produtos.

    Algo que chama muito a atenção dos consumidores nas plataformas e-commerce é que eles têm acesso a mais opções de produtos e serviços.

    Por exemplo, se uma empresa precisa de peças para estação elevatória de esgoto, numa plataforma e-commerce ela pode encontrar diversas marcas e opções.

    O mesmo acontece, por exemplo, com uma loja on-line de lingerie. As clientes encontram uma enorme variedade de peças que dificilmente vão encontrar em lojas comuns.

    Além de tudo isso, os preços do e-commerce são muito mais atraentes, não importa o que o consumidor queira comprar. Além de encontrar tudo o que precisa, ele encontra por um preço mais justo.

    Só que mais do que criar um site para vendas on-line, é importante garantir que o consumidor tenha uma boa experiência na plataforma para que a venda aconteça.

    Existem muitas lojas oferecendo o mesmo produto ou serviço, e essa concorrência só pode ser vencida com o uso de estratégias. como o UX.

    Como UX ajuda plataformas e-commerce

    O UX é uma estratégia que engloba tudo o que diz respeito a uma interação on-line, incluindo os sentimentos despertados no usuário ao acessar um site.

    Portanto, ele não diz respeito apenas às facilidades do acesso, mas também ao emocional do cliente durante esse processo. Sendo assim, ele ajuda os negócios e-commerce de muitas maneiras, como:

    1 – Experiência otimizada

    O UX ajuda a evitar problemas como a lentidão do site e a falta de direcionamento adequado. Por isso, ele também guia o consumidor dentro do ambiente virtual, para que ele encontre o que procura.

    Sendo assim, um UX otimizado faz com que o site carregue rapidamente, se ajuste a qualquer tamanho de tela e crie um caminho simples para o acesso.

    2 – Facilidade

    Ao acessar uma plataforma e-commerce de uma empresa que faça digitalização de documentos históricos e que aproveite o User Experience, o cliente tem mais facilidade na hora de finalizar a compra.

    Para isso, a estratégia mostra no site apenas o que é importante, como formas de pagamento, opções de parcelamento, endereço de entrega, entre outros, tudo da maneira mais clara possível.

    3 – Aumento da taxa de conversão

    O UX faz com que o site tenha processos simples, navegação bem direcionada e bons elementos visuais e de comunicação.

    Ou seja, ele garante a arquitetura ideal do site, melhorando as taxas de conversão. Para isso, uma loja on-line de visor acústico pode, por exemplo, encurtar o caminho entre a compra e elementos desnecessários.

    Diferenças entre UI e UX

    Em vista da importância do UX para o e-commerce, é fundamental entender a diferença entre ele e o UI.

    Enquanto o UX é focado na experiência do usuário, o UI (ou User Interface), é focado no direcionamento deste. E para entender melhor, as principais diferenças entre eles são:

    1 – O UI possui apenas uma interface visual

    O UI está diretamente relacionado com as interfaces visuais de um site ou aplicativo. Portanto, sem que exista uma tela, não existe a interface do usuário. Mas no caso do UX isso não acontece.

    Isso porque a experiência do usuário está relacionada à qualidade da navegação, e não com a tela em si. 

    Por isso, a experiência em um site de uma loja de peças para instalações industriais pode ficar bem mais agradável com algumas etapas eliminadas.

    2 – O UI guia o usuário

    Enquanto o UI guia o usuário, o UX faz a navegação ser agradável e valer a pena. Logo, o primeiro mostra ao usuário o que ele deve fazer, enquanto o segundo garante uma navegação que agrada. 

    Portanto, é uma estratégia que torna as ações mais simples de serem realizadas.  

    3 – UI razão vs. UX emoção

    Na maioria dos países do mundo, as pessoas lêem de cima para baixo e da esquerda para a direita. 

    Em vista disso, a aplicação UI é mais simples e racional do que a aplicação do UX, que precisa saber como despertar uma boa emoção no usuário.

    Isso vai depender de quem é ele, da situação em que ele se encontra, além de uma série de outros fatores que implicam nesse processo.

    Como se complementam

    Até aqui deu para entender que, independentemente de ser uma fabrica de injeção plastica ou uma loja de artigos PET, é importante usar essas estratégias para garantir uma boa experiência ao usuário.

    O uso das duas estratégias é algo complementar, e que para uma plataforma e-commerce, funciona da seguinte maneira:

    O design de um site de uma loja on-line é como um cérebro. Sendo que o UX é a parte mais intuitiva e emocional, e o UI é mais racional.

    Tendo isso em mente, quando aplicadas em conjunto, essas duas estratégias oferecem ao site de uma venda de cartão de controle de acesso tanto uma preocupação com o comportamento de quem o acessa, quanto com a aparência do site.

    Sendo assim, juntos, esses conceitos moldam uma aparência para que a página se torne agradável e intuitiva para o consumidor, despertando nele boas emoções durante todo o período de acesso.

    É claro que nisso também entra a criação de elementos que facilitam o acesso e otimizam a qualidade da página, evitando problemas que alterem as emoções do usuário.

    Um exemplo disso é simplicidade da disposição de elementos de cada página que compõe o site, para que o usuário localize facilmente o que ele precisa.

    Por exemplo, se ele está procurando por fita de aço para embalagem, por meio da aplicação em conjunto do UI e UX, ele encontrará com mais facilidade.

    Isso despertará nele uma sensação de satisfação, pois ele teve suas necessidades atendidas durante sua navegação. 

    Esse processo agradável só foi possível porque o site todo foi construído em cima de sua boa usabilidade e das emoções do cliente.

    Conclusão sobre o papel da UX

    Estamos vivendo em um período em que as lojas on-line se tornaram a melhor saída para o consumo de diversos tipos de produtos. Por meio delas, os consumidores compram o que precisam, por um preço justo e sem sair de casa.

    Mas pelo fato de existirem muitos comércios na internet, a concorrência é muito grande, e os consumidores vão sempre optar por aqueles sites que facilitam a sua experiência de compra.

    Esses e-commerces entendem a importância de garantir uma boa experiência aos usuários para que estes se tornem seus clientes, e consequentemente, se fidelizem.

    Portanto, mais do que ter uma loja on-line que venda produtos de qualidade e com preço justo, é importante garantir que os consumidores tenham a melhor experiência com a sua marca.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • Você sabe a diferença de e-commerce e marketplaces?

    Por Mais Empresas  |  22/04/2020  |  Comente »

    O Brasil apresenta um dos povos mais engajados com a internet, e por isso, tem um comércio eletrônico bastante promissor, sendo no e-commerce ou em marketplaces.

    Isso porque esse universo está cheio de oportunidades para todo o tipo de negócios, tanto em termos de diversidade de segmento, quanto de tamanho.

    Segundo dados do próprio SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), no último período, o setor cresceu quase 20%, o que já representa mais de R$ 105 bilhões no quesito faturamento.

    Contudo, existem algumas diferenças técnicas em termos de modalidade de anúncio, como é o caso da distinção entre e-commerce e marketplace, o que às vezes é ignorado por muitas pessoas.

    De fato, para o comprador, a diferença pode ser bastante pequena.

    Em todos os casos, sempre existe uma marca anunciando seus produtos ou serviços, e os modos de pagamento e entrega costumam ser (ou parecer) mais ou menos os mesmos.

    Mas para quem pretenda ingressar no universo da venda pela internet, ou mesmo já está presente e precisa melhorar seus resultados, começar a considerar essas diferenças é algo fundamental, e até mesmo estratégico.

    Outra confusão muito comum é alguém fazer referência ao “e-commerce” de modo vago, como se todo tipo de “comércio eletrônico” fosse um e-commerce, já que a tradução livre desse termo seria justamente essa.

    Aí poderia parecer que todo tipo de negociação feita pela internet pode ser chamada assim.

    Independentemente de ela ser feita pelo site próprio de uma marca, por um site coletivo (como é o marketplace), e de ser B2B, B2C, C2C, etc.

    Ao passo que os marketplaces é uma modalidade multimarcas, que congrega várias lojas e até concorrentes.

    Escrevemos este artigo pensando nessa confusão que existe em torno de tais conceitos.

    Então, se você quer dominar esse assunto e aprender como pequenos empreendedores podem se beneficiar dessas modalidades de venda online, siga conosco até o fim da leitura.

    Entendendo melhor o universo do e-commerce

    Quando tratamos de termos que podem gerar mais confusão, o primeiro passo importante é garantir que a definição inicial de cada modalidade seja bem feita.

    Neste caso, o e-commerce se trata de um tipo bastante tradicional de venda na internet. Nele uma marca tem seu próprio site e, dentro desse espaço virtual, com suas regras próprias, dispõe de seus serviços ou produtos à venda.

    Naturalmente, essa modalidade pode comercializar desde telhado americano shingle, até instrumentos veterinários, que são itens mais nichados. 

    Passando, é claro, por itens populares que estão entre os mais procurados, tais como:

    • Smartphones e tablets;
    • Soluções em informática;
    • Games e acessórios;
    • Eletrônicos em geral;
    • Roupas, calçados e bolsas;
    • Acessórios de Veículos;
    • Saúde e Beleza;
    • Entre outros.

    As vantagens imediatas do e-commerce dizem respeito às regras do jogo. Ou seja, em seu espaço, é você quem determina a funcionalidade geral da plataforma, sem a necessidade de seguir as determinações de uma comunidade maior.

    Essa determinação passa por questões técnicas de web design e investimento em publicidade, até questões logísticas de estoque, despacho e mesmo recebimento de valores.

    Também por isso, o investimento inicial é consideravelmente maior.

    Uma vez que a mão de obra do site e os gastos com provedores e anúncios será todo voltado para a marca que está investindo no seu e-commerce.

    Se o site anuncia churrasqueira pré moldada valor alto, por exemplo, o custo para fazer um estoque inicial pode ser maior do que em outros casos.

    Isso ocorre pois, embora não seja uma regra, geralmente os e-commerces lidam com a venda de produtos já em estoque. 

    Em algumas modalidades de marketplace, a marca pode chegar a vender um produto pelo qual ainda nem pagou.

    Como fazer o seu e-commerce deslanchar?

    Embora o e-commerce possa parecer desafiador demais para uma marca que está começando, há muitas empresas que o valorizam bastante, e que, com o tempo, investem cada vez mais nessa modalidade de negócio.

    É comum ouvir que vender em marketplace é “estar em terreno alugado”, ao passo que ter seu próprio e-commerce é contar com uma autonomia bem maior.

    Além disso, se a marca trabalha em áreas como a de venda de tubos galvanizados, ela pode, facilmente, anunciar seus produtos em uma plataforma de soluções industriais multimarcas e, com o tempo, investir em um e-commerce próprio.

    A dica de ouro nessa área é o planejamento, pois não basta subir um site, colocar os anúncios ali e ficar esperando. Tal como em uma loja física, é preciso ter bons fornecedores e preços, boas promoções e, claro, conhecer muito bem o seu público.

    Esse plano de negócios pode se traduzir em um documento mesmo, que é a “carta de fundação” do e-commerce, onde você anota todos os dados mais importantes do seu segmento.

    Além disso, diferentemente da época em que só havia lojas físicas, hoje os grandes motores de busca podem ajudar e muito. Por isso, é preciso aparecer no Google, Bing, Yahoo e demais buscadores.

    Se ao pesquisar por cortina de luz de segurança o leitor encontrar você, certamente seu e-commerce vai gerar um tráfego bem maior, e isso se converterá em mais vendas e faturamento para o seu negócio.

    Outra dica fundamental é o controle de qualidade, seja na resposta aos clientes, seja nos prazos de entrega, pois nesse caso o espaço é seu e você é quem faz as regras. 

    É preciso estar sempre de olho e garantir que os clientes sintam-se seguros.

    Por dentro do universo dos marketplaces

    Geralmente as marcas que estão iniciando sua atuação no mercado sem muito capital inicial, acabam recorrendo estrategicamente às plataformas multimarcas, que são os marketplaces.

    Ao contrário do que algumas pessoas imaginam, existem várias modalidades dentro do próprio segmento de marketplaces, e não apenas uma. 

    Isso acaba facilitando ainda mais para que cada marca encontre seu espaço dentro desse mercado como um todo.

    Uma empresa que lida com conversor cc, por exemplo, que é um circuito eletrônico que converte uma corrente contínua de determinada amplitude em corrente e amplitude diferentes, pode encontrar seu público em segmentos mais específicos da internet.

    Sendo assim, as modalidades principais de marketplaces são as seguintes:

    • De nicho;
    • B2B;
    • B2C;
    • C2C;

    Essas siglas são comuns no mercado e não uma exclusividade da internet: B2B, business to business, B2C, business to consumer e C2C, consumer to consumer.

    Sendo que o que se convencionou chamar “marketplace de nicho” pode praticar qualquer um desses três, e só aparece como uma categoria.

    No sentido de que as plataformas e marcas que têm essa proposta são realmente uma Pessoa Jurídica, diferentes das outras.

    Por isso, geralmente se o cliente procura por aluguel de desktop preço, que é um serviço nichado voltado quase sempre para empresas com projetos temporários, ele acaba encontrando um marketplace de nicho, e não uma plataforma popular.

    Já os produtos mais solicitados, como vestuário, joias e entrega de alimentação, encaminham para marketplaces mais conhecidos de todos nós, que investem bastante em mídia tradicional, como televisão e rádio.

    O que levar em conta ao anunciar em marketplaces?

    Fazer parte de uma plataforma que investe pesado em marketing, e que facilita os trâmites de pagamento e despacho de mercadorias, pode gerar uma falsa sensação de facilidade.

    É claro que os marketplaces têm suas vantagens próprias (assim como os e-commerces também têm seus benefícios).

    Contudo, é sempre preciso que a marca faça sua parte no marketplaces

    Como em qualquer outro setor, continua sendo imprescindível que cada empresa conheça muito bem o seu público, seja para colocar uma tenda de circo a venda, ou para anunciar um mix enorme de produtos da área de festas e eventos.

    Um exemplo marcante de por quê isso é importante, é o das cobranças de taxas de anúncio e de comissão. 

    Algumas plataformas propõem uma exposição mais alta para que o produto venda mais rápido, e costumam cobrar antes da venda.

    Em outros casos, o valor da exposição é menor ou mesmo inexistente, de modo que a loja só paga a comissão quando – ou se – vender aquele produto anunciado.

    Pois bem, o fato é que em alguns casos não compensa pagar altos valores pela exposição, pois talvez o produto não tenha aquele tipo de apelo.

    Se a concorrência na própria plataforma é menor, talvez seja mais importante investir no atendimento às dúvidas do que na exposição, o que evitará um gasto desnecessário.

    Já no caso de serviços como forro drywall preço, que costumam ter grande concorrência e alta procura, investir em exposição pode ser o único modo de conseguir a devida atenção, ao menos no início da colocação da marca no mercado.

    Com isso vemos como o marketplace e o e-commerce têm suas peculiaridades e vantagens próprias, mas sobretudo, como a presença na internet é fundamental para qualquer marca crescer nos dias atuais.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • Como usar QR Code nas estratégias da sua loja virtual

    Por Mais Empresas  |  14/03/2020  |  Comente »

    O QR Code não é algo novo, apesar de muitas pessoas pensarem o contrário. Em 1994, ele já era usado por empresas de logística para melhorar as entregas.

    Isso porque esse código possui uma incrível capacidade de armazenar informações, muito maior do que um código de barras comum. 

    Além disso, ele é de fácil acesso, podendo passar informações rapidamente, para qualquer pessoa que deseje tais informações.

    Apesar de ser uma tecnologia útil e que pode facilitar o dia a dia das pessoas e das empresas, muita gente ainda não conhece a sua funcionalidade.

    No entanto, graças aos aparelhos smartphones, a popularidade do QR Code cresceu muito e ele passou a ser mais conhecido entre os usuários.

    Ele também está cada vez mais presente nas ações de marketing, apesar de ainda se parecer mais com um enigma do que com uma maneira eficiente de transmitir informações.

    Mesmo gerando muitas dúvidas, o uso dessa tecnologia nas estratégias de marketing tem feito toda a diferença. O que reforça a necessidade de entendê-lo melhor.

    Neste artigo, vamos falar sobre o que é QR Code e como utilizá-lo nas estratégias de marketing das empresas e, principalmente, lojas virtuais.

    O que é QR Code?

    O QR Code nada mais é do que um código de barras em 2D que pode ser escaneado por aparelhos móveis que possuam um leitor de QR Code. Esse leitor é um aplicativo que usa a própria câmera do celular para a leitura.

    Após a decodificação, o QR Code pode se transformar em um texto, link de acesso a algum site dentre outras opções.

    Inicialmente, ele foi criado por uma empresa japonesa, em 1994, para ajudar a identificar peças automobilísticas, mas desde 2003 tem sido utilizado para fornecer dados a aparelhos telefônicos.

    Atualmente, o Qr Code tem sido muito usado por revistas, campanhas publicitárias e até em jogos de videogame.

    Uma comissária de despachos aduaneiros pode usar o QR Code para fornecer ou acessar os dados necessários referente aos objetos e documentos a serem despachados.

    Ainda assim, um de seus principais usos atualmente está mesmo em campanhas de marketing on-line e off-line por parte das marcas.

    O uso do QR Code em campanhas de marketing

    O mercado ainda está conhecendo as diversas possibilidades oferecidas pelo uso do QR Code. Antigamente, as soluções trazidas por ele estavam sempre atreladas a levar o usuário até um site, como de uma loja de bateria VRLA.

    Atualmente, podemos ver o QR Code ao lado de um produto, em museu, a respeito de uma obra dentre muitas outras possibilidades. 

    Ainda assim, a maior mudança que ele trouxe é a possibilidade de ser usado como forma de pagamento.

    Para o consumidor, é interessante que este comece a usar o QR Code para fazer alguns pagamentos, preparando-o para o uso de outras ferramentas que serão aplicadas futuramente.

    Essas ferramentas, assim como o QR Code, facilitam para que o consumidor não precise usar carteira, cartão e ainda ter que se lembrar de sua senha. Com essas facilidades, ele precisará apenas do celular para realizar essas transações.

    No Brasil, existem muitas empresas que estão usando o QR Code, como as fabricantes de máquina de medição tridimensional. Muitas conseguem zerar taxas cobradas por bandeiras de cartões, sem nem mesmo cobrar mensalidade.

    O crescente número de utilização do QR Code também se deve à capacidade de processamento dos celulares.

    Os smartphones atuais podem interagir sem dificuldades com aplicativos de realidade aumentada, como no caso dos filtros do Instagram.

    Vantagens de usá-los nas estratégias de marketing

    O QR Code parece estar eliminando por completo o famoso código de barras. Isso porque ele tem a vantagem de possuir inúmeras aplicabilidades, inclusive nas estratégias de marketing de organizações dos mais variados tipos, como empresas de aluguel de geradores SP.

    Dentre as principais vantagens do uso dessa tecnologia nos sites é a possibilidade de melhorar a experiência de gestão. Isso porque o QR Code tem a capacidade de atender às demandas cotidianas das organizações.

    Essas demandas podem variar desde controle de acesso até lançamentos de campanhas de marketing. 

    Essas aplicações serão utilizadas anos a fio, tendo em vista a familiaridade com tecnologia das novas gerações de consumidores.

    Dessa forma, dentre as principais vantagens trazidas pelo uso do QR Code nas estratégias de marketing on-line e off-line de lojas virtuais e outras empresas estão:

    • Quebrar barreiras entre estratégias on-line e off-line;
    • Conquistar a confiança do cliente facilmente;
    • Baixo custo;
    • Fácil mensuração.

    Com tantas vantagens, é natural que cada vez mais empresas, desde lojas virtuais até fabricantes de banheiro químico preço comecem a empregar o QR Code em suas estratégias de marketing.

    Como utilizá-lo em estratégias de marketing off-line?

    Tanto as lojas virtuais quanto os demais modelos de negócios, que atuam com os mais variados produtos e serviços, podem usar o QR Code em suas estratégias de marketing off-line. 

    Dentre os principais usos estão:

    Cartões de visita

    O QR Code pode ser impresso no cartão de visita de uma empresa. Ao acessá-lo, o consumidor pode ter acesso a informações referente à empresa como endereço, telefone e e-mail.

    Além disso, o QR Code aplicado a um cartão de visita pode levar o consumidor ao site da empresa. 

    Tal ação ajuda nas estratégias de marketing on-line, como aumento no tráfego do site, por meio de uma estratégia de marketing off-line, usando o QR Code.

    Banner

    Uma loja de filme Stretch preço pode também ter uma loja virtual e alavancar as vendas dela por meio do uso de QR Code em banners.

    Vamos supor que essa empresa esteja participando de uma feira de exposições e ali ela exponha um banner com um QR Code.

    O frequentador do evento, ao aproximar o seu celular e ter acesso ao conteúdo dele do banner, pode ser direcionado a um link do perfil da rede social da empresa.

    Ali mesmo ele já pode obter informações relevantes sobre a marca, como a satisfação de pessoas que já compraram com ela, informações de produtos e muitas outras possibilidades.

    Ao ser convencido e se sentir seguro, o cliente pode comprar o produto durante o evento, ou no site da loja virtual, ao mesmo tempo em que passa a conhecer melhor a marca.

    Aqui é possível notar mais uma vez o uso dessa ferramenta em uma estratégia off-line que leva às vendas em um site virtual.

    Panfletos

    A distribuição de panfletos é muito comum e está entre as principais ações de marketing off-line, principalmente de construtoras.

    O QR Code aplicado em panfletos pode levar o consumidor a obter detalhes sobre o empreendimento e também sobre um vendedor em particular, como seu contato e horário de atendimento.

    Para as lojas virtuais como e-commerce, o panfleto com QR Code pode direcionar o usuário diretamente para o site de compras.

    Como utilizar o QR Code nas estratégias de marketing on-line?

    Assim como as empresas podem usar o QR Code em suas estratégias de marketing off-line, elas também podem usá-lo em suas estratégias de marketing on-line. 

    Dentre as principais possibilidades estão:

    Em sites

    Uma empresa de filtro de carvão ativado industrial pode usar ele em seu site para que o cliente tenha acesso a informações detalhadas e complementares do seu produto.

    É natural que, no caso de alguns bens de consumo, os consumidores tenham dúvidas na hora da compra. 

    O QR Code no site pode ajudar a trazer informações complementares que não cabem numa única página.

    Para vendas on-line

    O dia a dia das pessoas está cada vez mais corrido, pois elas já não encontram muito tempo disponível para realizarem atividades corriqueiras, como compras no supermercado, por exemplo.

    Em site de lojas virtuais podem ser usadas vitrines com ele atrelado aos produtos. Para comprá-los, basta apenas que o usuário escaneie o código com o aplicativo da loja.

    Esse tipo de venda é muito rápido e pode ser usado por muitos tipos de negócios, desde lojas virtuais de sapato até contenção de taludes.

    Esse código é uma tecnologia inteligente e que pode ser utilizada de muitas maneiras pelas organizações, trazendo mais facilidades para elas e seus consumidores.

    Apesar da alta tecnologia envolvida, não se trata de algo complexo, muito pelo contrário. É algo de simples aplicação e de muita versatilidade, que pode ser usado pelos mais diferentes tipos de negócios, principalmente lojas virtuais.

    A ideia é enriquecer as estratégias de marketing, facilitando a compra do consumidor em seu aparelho móvel e evitando que as marcas percam oportunidades de bons negócios, que nem sempre podem ser recuperados depois.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • Instagram for Business para ecommerce: como utilizar

    Por Mais Empresas  |  13/03/2020  |  Comente »

    O Instagram for Business se tornou uma das principais redes sociais para os negócios. Dessa maneira, ele se apresenta como essencial para o marketing das empresas, inclusive dos negócios e-commerce.

    Ele cresceu muito nos últimos anos, tendo se transformado em uma das redes sociais com mais contas ativas no Brasil e no mundo. 

    Por conta disso é considerado uma das ferramentas mais valiosas para quem vende na internet.

    Isso fez com que essa rede social passasse a ganhar ferramentas que não só contribuíram para o seu crescimento como também para melhorar a experiência de compra na internet.

    Também em franco crescimento está o modelo de negócios e-commerce, que não apenas no Brasil, mas no resto do mundo, tem ganhado cada vez mais a atenção dos consumidores.

    O Instagram se tornou a principal rede social para os negócios e-commerce porque ela ajuda na divulgação e também a própria venda, já que possui recursos para isso.

    No entanto, não basta que a loja crie o seu perfil, é necessário saber usá-lo adequadamente para alcançar o sucesso em seu negócio e-commerce.

    Por isso, neste artigo, vamos falar sobre o que é Instagram for Business, como ele funciona e dar dicas de como usá-lo para e-commerce.

    O que é Instagram for Business?

    Como o próprio nome já entrega, o Instagram for Business é uma versão da rede social Instagram voltada para as empresas. 

    Ela permite que os negócios que possuem conta consigam analisar quem são seus seguidores para alavancar resultados.

    Com essa rede social, mais do que divulgar dados da empresa como telefone, endereço e descrição do negócio, os gestores da conta têm acesso a dados relacionados à impressão, alcance e engajamento das publicações.

    Esses dados mostram em detalhes quem são os seguidores da conta, dando detalhes como gênero, idade, localização e horários que mais acessam.

    Além disso, as empresas, como e-commerces e fabricantes de válvula direcional hidráulica conseguem promover suas publicações e, também, realizar vendas pelo aplicativo. Isso sem dúvidas gera impacto positivo para a empresa.

    Criado em 2016, essa funcionalidade do Instagram funciona por meio de um conjunto de ferramentas que facilitam o trabalho nas empresas na rede social. 

    Em vista disso, é possível imaginar quantos benefícios ela pode trazer ao e-commerce.

    Benefícios do Instagram for Business para e-commerce

    Por se tratar de uma das redes sociais mais populares do mundo, fica fácil imaginar que ela concentra consumidores dos mais variados perfis, como aqueles interessados em gestão de facilities.

    Isso significa que uma loja e-commerce de roupas também vai encontrar no Instagram o seu público. Com mais de 300 milhões de usuários ativos no Brasil, essa rede social ainda tem a capacidade de gerar mais tráfego para as páginas.

    E dentre os principais benefícios oferecidos por ela estão:

    • Comunicação fácil;
    • Incentivo ao compartilhamento e Interação;
    • Geração de tráfego para o site;
    • Educa o público;
    • Fideliza os clientes.

    O administrador de uma conta no Instagram for Business precisa entender como funciona as ações da rede social para impulsionar as vendas. Esse entendimento facilita o seu uso e traz resultados mais satisfatórios.

    Investir em vídeos é um dos primeiros passos para conseguir boas visualizações na rede social. Por exemplo, uma fabricante de rede Mesh pode criar um vídeo explicando as funcionalidades do seu produto.

    Mencionar os seguidores em postagens também é uma boa estratégia que ajuda o perfil a impulsionar as vendas.

    Manter-se ativo também é importante, não apenas publicando, mas também interagindo com outras publicações.

    Além dessas funcionalidades que permitem ao Instagram for Business impulsionar suas vendas, existe uma utilização mais específica para as plataformas e-commerce.

    Como usar o Instagram for Business para alavancar bons resultados

    O e-commerce depende exclusivamente do ambiente virtual para conquistar seus clientes e fechar boas vendas. Sendo assim, nada melhor do que marcar presença nas melhores redes sociais.

    No entanto, de nada adianta criar um perfil e não saber usá-lo adequadamente. Existem infinitas possibilidades de e-commerce, desde os que vendem graxa grafitada preço até ótica on-line.

    Isso mostra que essa rede social é muito versátil, exigindo conhecimento e estratégias simples para alcançar bons resultados. Dentre essas estratégias estão:

    Investir tempo

    Para administrar a conta com mais organização, é necessário separar um tempo para cuidar do perfil do e-commerce no Instagram.

    Isso envolve um planejamento semanal e mensal de publicações, ajudando a criar campanhas efetivas que enriqueçam a comunicação com o público.

    Saber com quem conversa

    É fundamental estudar o mercado, conhecer o público-alvo e, com base nele, criar uma persona.

    A persona é um modelo fictício de cliente ideal que auxilia as empresas, como um e-commerce de locação de caminhão Munck a produzir o conteúdo ideal. Isso acontece porque as postagens são criadas especificamente para a persona.

    Para criar uma persona que realmente funcione, é necessário dar nome a ela, definir idade, família, rotina e qualquer outra característica que seja determinante e fiel ao cliente final.

    Explorar potenciais

    As empresas possuem um excelente desempenho no Instagram, pois cerca de 80% dos usuários seguem ao menos uma marca, e a cada 10 hashtags publicadas, cerca de 7 são de empresas.

    Isso reforça o fato de que, para as marcas, ter um bom perfil no Instagram traz mais credibilidade, aumenta as vendas e melhora o engajamento do público.

    Outra dica fundamental é separar o perfil pessoal do perfil profissional. Isso porque os consumidores desejam fazer parte da rotina da marca e não de seu gestor.

    Exatamente por isso a conta da marca precisa estar no modo comercial, para que também dados importantes sobre os seguidores e o negócio sejam analisados.

    Esses dados permitem que a empresa, como uma fabricante de máquina de fazer bloco saiba quais publicações têm melhor desempenho e qual o melhor horário para publicá-la.

    A organização também consegue saber quem clicou no link, quantas pessoas saíram da história, quem visitou o perfil dentre outros dados.

    Criar uma identidade visual para o perfil

    Uma identidade visual deixa o perfil mais atrativo, aumentando a quantidade de seguidores. 

    Para isso, é importante escolher uma paleta de cores que ajude a trabalhar a identidade visual, além de fotos de qualidade.

    É importante considerar que o cérebro humano ignora propagandas óbvias, portanto, o ideal é que a plataforma e-commerce de entreposto aduaneiro ou qualquer outra opte por imagens objetivas e impactantes.

    Também é importante evitar imagens com muita informação, grande quantidade de fotos, imagens com textos muito grandes e até mesmo filtros excessivos.

    É interessante usar fundos que chamem menos atenção do que o produto em si. Isso porque o Instagram for Business é uma rede social 100% visual, o que exige um conteúdo bem elaborado e bem organizado.

    Estabelecer uma frequência de postagens

    A frequência ideal de publicação varia de empresa para empresa, mesmo em modelos e-commerce. 

    Isso porque, uma loja e-commerce de roupas de bebê não vai publicar no mesmo horário que uma de chapa expandida galvanizada.

    Isso acontece porque são públicos diferentes, portanto, é fundamental acessar a ferramenta Insights para descobrir qual o melhor horário para publicação e aumentar o engajamento.

    Saber usar o Stories

    Desde 2016, uma das principais ferramentas do Instagram tem sido o Stories. Para as empresas é o espaço ideal para compartilhar promoções, realizar enquetes e se aproximar ainda mais do público.

    Como consequência dessa aproximação o número de vendas aumenta. Esse espaço é perfeito para chamar a atenção do cliente. 

    Para aproveitar ao máximo seus benefícios, é recomendado que a empresa deixe a opção de resposta ativa.

    Usar hashtags

    As hashtags são muito conhecidas, sendo importantes para atrair pessoas interessadas em um conteúdo publicado.

    Os negócios e-commerce precisam encontrar aquelas que são relevantes para o seu mercado e que facilitam a vida do seu público, permitindo que ele os encontrem com mais facilidade.

    Também é importante ressaltar que as hashtags nunca devem ser deixadas de lado, pois elas aumentam muito a taxa de engajamento.

    Elas permitem que determinado conteúdo apareça para algum usuário, mesmo que este não siga a empresa no Instagram.

    Usar o shopping Instagram

    Essa ferramenta foi lançada como uma promessa para melhorar a experiência de compra dos usuários junto às empresas, algo fundamental para as plataformas e-commerce.

    Para elas, o perfil pode funcionar como uma verdadeira vitrine de produtos. Além disso, essa ferramenta inclui o botão comprar, além de permitir precificar os produtos.

    Ter um perfil do Instagram for Business é a chave do sucesso para qualquer plataforma e-commerce. No entanto, é preciso paciência para colher os frutos semeados nesta rede social.

    Analisando estratégias que não deram certo para implementar as novas, usar o Instagram para os negócios e-commerce é garantia de sucesso. 

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.