• Como o foco em um produto de qualidade pode ser determinante para o sucesso

    Por Mais Empresas  |  31/05/2017  |  Comente »

    Dentro das categorias de lojas online – os conhecidos e-commerces – existem infinitos tipos de produtos que um cliente pode comprar. E é claro, pode-se vender um milhão de opções, porém, talvez a resposta pela qualidade seja justamente ter foco em somente um tipo de produto. É o que muitas lojas estão fazendo. Provavelmente sua empresa já tem um nicho de mercado, e dentro desse nicho, existe uma gama de produtos que você pode vender. Na hora de fazer a escolha de quais e quantos produtos você vai efetivamente ter disponíveis em sua loja virtual, lembre-se: menos é mais.

    Um exemplo são os e-commerces voltados para beleza, moda e cuidados com o corpo. Cada vez mais aslojas se especializam em uma só coisa: botas de couro, maquiagem de uma só marca, cintas modeladoras, tinturas para o cabelo. Cada loja chama atenção por, ao ter foco em um tipo de produto, garantir preços melhores e mais qualidade de atendimento.

    Nessa constante, quem vai empreender precisa estar atento a algumas dicas. Comprar somente um ou dois produtos visando uma falsa sensação de variedade pode ser prejudicial. Não faz sentido você gastar tempo e energia fazendo anúncio, descrição, foto, vídeo, de um produto que vai ter uma vida curta na sua loja, pois ele tem apenas uma unidade. Você gastará o mesmo tempo com um produto que vende 20 unidades e outro que vende apenas uma. Invista em produtos que você pode comprar maiores quantidades, isso já pode lhe garantir descontos com fornecedores.

    Depois, promova este produto para garantir sucesso de vendas e uma “marca” na internet. Tenha foco e angarie mais vendas e mais sucesso. Qualidade é superior a quantidade, lembre-se bem disso.

     

  • Entendendo o ROI de sua loja virtual

    Por kenaum  |  24/03/2014  |  2 comentários »

    No artigo anterior falei sobre como levantar seu custo por visita, assim como o faturamento e lucro calculados para cada vez que alguém acessa seu site, a partir das diferentes origens de tráfego.

    Ao final do artigo, finalizamos com esta tabela:

    A quantidade de informações aqui é grande, e já suficiente para permitir insights importantes sobre sua loja virtual, como por exemplo, onde concentrar seus investimentos, e de onde você pode tirar um pouco do que é gasto.

    Mas estas informações ainda são métricas específicas do Marketing, e para que você possa alinhar com o resto da empresa, seja com a equipe de gestão de projetos, ou ainda a área financeira da empresa, vamos falar de um indicador mais genérico, e também mais ilustrativo quando da relação entre investimento e resultados.

    Este indicador é o R.O.I. (Return Over Investment, ou Retorno Sobre o Investimento), e sua fórmula é extremamente simples:

    ROI

    Onde R = ao seu retorno, medido pelo LUCRO, e I = Investimento, ou seja, quanto está custando para gerar aquele retorno.

    Para calcular o ROI é só subtrair o investimento do retorno, e dividir o saldo pelo investimento. Na maioria das vezes o ROI é calculado em percentual, então é só multiplicar o resultado da equação por 100 e colocar o símbolo %.

    Pronto, chegamos ao ROI!

    Utilizando os dados que já temos de nossa tabela, vamos considerar como RETORNO o lucro/visita, e como INVESTIMENTO o custo/visita.

    Para o ROI geral da loja, considerando todos os investimentos de marketing e também o faturamento e lucro da loja, o ROI para o período será 133%, já que o lucro por visita é de R$0,12, e o custo/visita é de R$0,09.

    E o que significam estes 133%? Que a cada real investido no marketing, o lucro ao final do mês é de R$1,33. Para isso é só dividir seu ROI por 100, e retirar o símbolo %, transformando a cifra em R$.

    Mas se analisarmos o ROI apenas para a loja como um todo, nossa análise fica prejudicada, já que quando fazemos o mesmo cálculo para cada fonte de tráfego (e se temos os dados, por que não?), as diferenças entre cada uma são enormes.

    Completei então a tabela com os dados de ROI, para todas as origens de tráfego:

    ROI por fonte de tráfego

    Agora a análise ficou bem mais profunda, já quo agora podemos ver que os investimentos de SEO (busca orgânica) e Email Marketing estão positivos, e com uma excelente relação custo/benefício.

    Mas quando analisamos separadamente o investimento médio do Google Adwords, e também o de Facebook, vemos que estes estão negativos, e são investimentos mais difíceis de justificar.

    Sem dúvida são informações cruciais para o processo de revisão de seu plano de marketing, para o próximo período de investimentos.

    E você, já montou sua tabela de ROI? Quais as fontes de tráfego com melhor custo/benefício para seu negócio?

     

  • Abraão Games – eCommerce de Games em Plataforma Magento

    Por kenaum  |  13/03/2014  |  Comente »

    A Abraão Games é uma loja especializada em games, atuando na venda, locação e assistência técnica. Sua loja física está localizada em Campo Grande (MS), tornando-se referência no segmento de games na região.

    Desafio

    Em 2011 o proprietátio da loja física resolveu expandir seu negócio e atingir o ambiente online. Em seus primeiros anos trabalhou com uma plataforma alugada, e sem nenhum tipo de dedicação ou foco em marketing digital.

    A loja iniciou com resultados muito bons (até pelo apoio da marca física e foco na cidade de Campo Grande), e cresceu muito atendendo não só a clientes da capital, como também do interior do Estado, e começou a atingir o mercado nacional.

    Soluções

    Em 2013 a Mais Empresas apresentou um projeto para a Abraão Games, de desenvolvimento de uma loja virtual utilizando a plataforma Magento.

    A plataforma é a mais popular e mais robusta do mercado, sendo escolhida por grandes corporações ao redor do mundo, como Nokia, Samsung, Ford, GoodYear, entre outras.

    Essa plataforma permite um sistema mais versátil e com maior flexibilidade para garantir a eficiência dos processos e da organização de dados completos de cada produto cadastrado.

    No caso da Abraão Games, os jogos divulgados na loja virtual ganharam espaço, e consequentemente, mais informações sobre os mesmos, além de uma tela de compra que ajuda muito nas conversões.

    Com o Magento, o site fica bem estruturado para melhor indexação de conteúdos nos buscadores (SEO), e ainda fornecer um gerenciamento mais completo e eficaz das estatísticas de visitas e vendas do site.

    Além disso, seu sistema é seguro e inteligente, o qual permite que novas funções sejam facilmente implementadas, utilizando-se de plugins e módulos já desenvolvidos e disponíveis na internet, muitas vezes sem custo.

    Resultados

    O novo site desenvolvido pela MaisEmpresas teve um foco muito grande na navegação pelos principais departamentos do site, para facilitar o acesso a produtos específicos por console, além de ter tido um foco muito grande na ferramenta de busca, utilizada por mais de 15% dos visitantes da loja.

    Fora isso, o site obteve um aumento de tráfego de 23% após apenas dois meses de sua implantação (principalmente dado o trabalho de estruturação do código para SEO), e quanto à navegação, os clientes navegam em média por 5,5 páginas para cada visita (um aumento de 22% com relação ao site anterior).

    Entre em contato conosco, e conheça mais sobre como uma loja virtual Magento pode trazer resultados diretos de melhoria em sua taxa de conversão.

  • Como fazer sua loja virtual vender mais sem precisar investir mais?

    Por kenaum  |  24/01/2014  |  2 comentários »

    Como fazer a sua loja virtual vender mais?

    Em Dezembro escrevi sobre como dobrar o lucro do seu e-Commerce com 4 dicas práticas, e alguns leitores comentaram que as dicas do Bob Fifer foram muito agressivas, então resolvermos “pegar mais leve”, e sugerir uma dica mais comportada, mas de impacto ainda bastante efetivo.

    Hoje vamos falar de uma técnica simples, para ajudar uma loja virtual que está iniciando, como começar a otimizar seus investimentos em marketing. Esta otimização contribui com o lucro por manter, exatamente, o mesmo nível de investimento, mas aumentando os resultados.

    O primeiro passo é compreender como está seu tráfego, ou seja, as visitas ao seu site. Se você utiliza o Google Analytics, esta é uma excelente ferramenta, e bem completa, para que você saiba de onde vêm seus visitantes.

    Fazer uma tabela que demonstre meses (ou semanas, dependendo do ritmo da gestão da loja), e o total de visitas a cada mês (ou semana), ajuda. Algo como o exemplo abaixo, retirado de uma loja virtual real:

    O ideal é quebrar o máximo de origens de tráfego possível, para que o tráfego de OUTRAS origens não seja maior que 10% do total.

    A intenção é entender quais origens de tráfego contribuem mais para seu total de visitação ao site. Todos estes dados podem ser obtidos através dos relatórios padrão do Google Analytics.

    O que nem todos os usuários de Google Analytics sabem, é que ele possui uma funcionalidade específica para controlar números do e-Commerce, principalmente no que tange conversões e até faturamento. A maior parte das plataformas de e-Commerce, desde a mais básica até uma plataforma consolidada, possuem a opção de habilitar o controle de e-Commerce dentro do Google Analytics, e demanda uma configuração na página de “Pedido Finalizado” da loja.

    Não sabe como fazer? Não vai ficar chupando o dedo! É hora de falar com seu fornecedor de plataforma de e-Commerce ou sua Agência de Marketing Digital, que vai te ajudar neste processo.

    Com este código instalado, você começa a entender melhor, daquele volume de visitas que seu site recebe todos os dias, quantos efetivamente chegam ao final de um processo de compra, finalizando um pedido. Pode até ser que, nem todos os clientes que gerem um boleto vão pagá-lo, mas já é uma excelente diretriz poder analisar o valor bruto.

    Utilizando o controle de e-Commerce, conseguimos estender as informações de nossa tabela para o faturamento distribuído para cada uma das origens de tráfego:

    Agora baseado nos dados acima, é hora de aproveitarmos as informações de faturamento e visitas por origem de tráfego, e gerar um primeiro indicador para a otimização, que é o faturamento por visita. Este é obtido através da divisão simples do seu faturamento total daquela fonte de tráfego pelo volume de visitas da mesma fonte, gerando a tabela abaixo:

    Aqui já conseguimos a primeira informação bastante importante sobre nosso negócio, onde vamos entender (em média), quanto gera de faturamento cada visita ao site. No exemplo, vemos que cada visita oriunda do e-mail marketing (enviadas para uma base própria), gera R$3,43 de faturamento. Já quando olhamos os visitantes que vêm através do Facebook, estes representam R$1,29.

    Isto já nos permite saber, para esta loja, que podemos fazer investimentos maiores para gerar cada visita vinda da base de e-mail, do que nas visitas vindas do Facebook.

    Mas não para por aqui. Agora que temos informações sobre quanto a loja ganha de cada visitante (é importante fazer esta abstração), vamos entender também quanto nos custa trazer cada visitante.

    A tarefa agora é listar, na tabela, quanto é investimento mensalmente em cada uma das fontes de tráfego, e preencher mais uma coluna da tabela:

    E agora que a análise começa a ficar mais interessante, pois, da mesma forma que fizemos com o faturamento, podemos dividir este investimento pela quantidade de visitas ao site, e descobrir nosso custo por visita, ou seja, na média, quanto nos custa trazer cada visitante em cada uma das fontes de tráfego. Basta dividir o seu investimento mensal pela quantidade de visitas:

    A análise imediata e importante é que, em nossa loja, estamos gastando R$0,09 em marketing para gerar R$2,04 de faturamento. Isto significa que seus custos de marketing representam 4,5% do faturamento. No entanto, além de calcularmos o custo e faturamento de cada visita, que tal falarmos do lucro por visita? Assim podemos ver, no bottom-line, qual origem de tráfego gera mais resultado.

    Para isso, você vai precisar de acesso a uma informação financeira da empresa, que é a margem líquida de lucro, descontados os custos de marketing (até por que estes já estão em sua tabela). Este número será usado na próxima coluna de nossa planilha, onde vamos calcular o lucro por visita, multiplicando o faturamento por visita pela margem de lucro ajustada (descontados os custos de marketing), e depois subtraindo o custo por visita.

    Agora vamos entender mais ainda os resultados de nossos esforços de marketing, e perceber que nossa loja gera R$0,21 de lucro para cada novo visitante, e que isso deve nos incentivar a investir mais na loja.

    Mas como nos comprometemos no início do artigo a manter o mesmo investimento e aumentar apenas o resultado, que tal migrarmos parte do nosso investimento em mídia no Facebook (Facebook Ads) para Google Adwords? Já saturou as palavras-chave? Que tal gastar mais ainda em produção de conteúdo para SEO, e apostar neste excelente lucro por visita?

    Aposto que você está olhando para os R$0,42 de lucro por visita do E-mail Marketing! Então manda ver, e comece ações imediatas para aumentar sua captação de e-mail de visitantes da sua loja virtual, fãs da sua página no Facebook e de seus seguidores no Instagram.

    Não está investindo nada ainda? Que tal começar a investir em marketing digital, e ver se consegue obter números como estes? Eles, sem dúvida, são excelentes bússolas para seus primeiros investimentos, mas lembre-se que cada loja, em cada mercado e de cada porte diferente, vai apresentar resultados diferenciados, e que o único caminho é testar, testar, testar!

    No próximo artigo aprenda como utilizar estes indicadores para entender seu ROI, e fazer como algumas lojas que utilizam da matemática e estatística para fazer o investimento ótimo de marketing.

    Kenneth Corrêa é co-fundador do GrupoWTW atuando como Diretor Comercial e de Tecnologia à frente de 3 empresas de internet: Gestão Ativa, especializada em Desenvolvimento de Sites, 80 20 Marketeria Digital, especializada em Marketing Digital e a Mais Empresas, especialista em e-Commerce.

  • Dobre o lucro do seu e-Commerce com 4 dicas práticas

    Por WTW  |  18/12/2013  |  2 comentários »

    Dobre o Lucro do Seu E-Commerce com estas dicas

    Bob Fifer é autor de um dos livros de cabeceira de Marcel Telles, um dos homens do 3G Capital, responsável pela AB Inbev, Burger King, Heinz (sim, o Ketchup americano), Lojas Americanas e B2W.

    O livro chama-se “Dobre seus lucros” (“Double your profits”), e trata exatamente sobre as duas melhores (e únicas) maneiras de aumentar seus lucros, que são:

    Aumentar Faturamento

    e/ou

    Reduzir custos

    Esta visão sobre os lucros é conhecida por ser o foco no bottom-line (a última linha do Demonstrativo de Resultados, ou seja, o lucro), e dentre as possíveis ações dentro da realidade de um e-Commerce, assim como nos negócios tradicionais, é um tiro certo para a melhoria de resultados.

     1 . Aumentar Faturamento

    Ainda que o e-Commerce no Brasil esteja em franco crescimento, o cenário econômico não é animador, o que faz com que lojas virtuais – que se acostumaram com um negócio que cresce a taxas de quase 10x o crescimento do PIB do país – precisem começar a se atentar para flutuações de vendas, e também para períodos de baixa sazonalidade após o final do ano.

    Quanto às dicas de Fifer, irei me permitir uma leve adaptação delas para a realidade online, já que seu livro foi lançado em 1993, dois anos antes da internet comercial.

    Seguem dois princípios que ele defende, que podemos aproveitar literalmente no e-Commerce:

    a) A segunda venda começa no instante em que você fecha a primeira:

    Esta filosofia não significa deixar de entregar o produto que acabou de vender, mas sim (e Fifer alerta que é uma diferença sutil), a partir do momento que o cliente fechou o pedido, o atendimento a este pedido, no que tange velocidade de resposta, postagem do produto e confirmação do recebimento são cruciais para a decisão dele de comprar de novo.

    Uma vez que este cliente tenha percebido e sentido na pele a qualidade do produto que recebeu, e também de atendimento impecável, é hora de lembrá-lo (pelo e-mail ou telefone) que você existe, e comunicar novas oportunidades de satisfazê-lo com descontos especiais ou ainda avisando-o de novidades e lançamentos.

    b) Preços – você não está cobrando tudo o que pode

    Fifer coloca que a primeira regra sobre preços é que você deve sempre cobrar o máximo que seu cliente esteja disposto a pagar. Ele sugere um exercício mental, escolhendo 10 a 20 grandes clientes que você conheça mais de perto (não conhece seus maiores clientes? É hora de conhecer!), e perguntar a você mesmo: “Se eu aumentasse meu preço em 2%, eu realmente perderia este cliente?”. Se a resposta for não, tente a mesma coisa com 5%, 10% ou 15%.

    Para empresas com margens de lucro de 5-15%, estes aumentos podem gerar resultados incríveis no aumento do lucro, e, mesmo que um ou outro cliente possa ficar chateado, pode ter certeza que não vai perder tantos clientes assim.

    2. Reduzir custos

    Já na linha debaixo da equação, Mr. Fifer é conhecido por sua visão implacável com relação a gastos de qualquer natureza.

    Na realidade do e-Commerce, o Custo de Mercadoria Vendida, das compras de produtos realizadas pelas empresas, compreende de 30-50% da receita, o que faz com que qualquer empresa precise negociar muito bem suas compras.

    Para atacar estes custos, sem dúvida, o caminho está em melhorar seu processo de compra dos fornecedores. Fifer dá duas dicas práticas, diretas, porém não muito populares:

    a) A pior pessoa para negociar preços com os seus fornecedores é aquela responsável por suas compras. Como essa pessoa conversa com os fornecedores o tempo todo, acaba desenvolvendo algum tipo de relacionamento pessoal, que pode atrapalhar a negociação.

    b) Mande uma carta para todos os seus fornecedores dizendo que os tempos são difíceis e que nos próximos 12 ou 18 meses você não aceitará nenhum aumento de preço. A carta deve ser assinada por alguém do topo da companhia, de preferência o presidente.

    As dicas podem parecer agressivas demais, ou até indelicadas, mas, como coloca o próprio Fifer, se você se atraiu pelo título do artigo (ele no caso, cita o nome do livro), não peça desculpas por tentar aumentar o lucro.

    E aí, você consegue implementar algumas destas dicas para este começo de ano?

    Kenneth Corrêa é co-fundador do GrupoWTW atuando como Diretor Comercial e de Tecnologia à frente de 3 empresas de internet: Gestão Ativa, especializada em Desenvolvimento de Sites, 80 20 Marketeria Digital, especializada em Marketing Digital e a Mais Empresas, especialista em e-Commerce.

     

  • Desvendando o Comércio Eletrônico com a Mais Empresas

    Por Mais Empresas  |  15/08/2013  |  Comente »

    Sabe o que é preciso para abrir uma loja virtual e ter sucesso nas vendas pela internet? No dia 29 de agosto, às 19 horas, na Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), a Mais Empresas apresenta o  workshop Desvendando o Comércio Eletrônico. Continue lendo…

  • Cinco dicas para criar uma loja online de sucesso

    Por Mais Empresas  |  06/05/2013  |  1 comentário »

    Confira a seguir cinco dicas para criar uma loja online de sucesso e sente-se a ver como suas vendas aumentam:

    1. Procure montar a sua página de produtos de uma maneira completa, já que ela é o objetivo do cliente. A loja precisa conter boas imagens de mercadoria, descrições relevantes e ainda detalhadas de cada item que será vendido no ambiente virtual. O grande destaque deve ficar por conta do botão “comprar”. Destaque-o para que o seu consumidor veja em primeiro plano. Existem diversos cursos online que podem ajudar nessa área se você esta começando sua primeira loja online.

    2. É muito importante, e claro, essencial, ter um conteúdo relevante e de alta qualidade. De nada adianta destacar as informações sem nenhum tipo de relevância. Apresente o seu conteúdo na página de produtos que sejam interessantes para o seu consumidor final. Lembrando que o envio de e-mails marketing também precisa ser claro com todas as características fundamentais para o perfil e a demanda do seu consumidor.

    Continue lendo…

  • E-commerce é o setor que mais recebeu investimento de fundos

    Por Mais Empresas  |  10/01/2013  |  1 comentário »

    O setor de comércio eletrônico foi o que mais recebeu investimentos de Private Equity e Venture Capital no primeiro semestre de 2012, segundo dados da Thomson Reuters. Os setores de energia, consumo, alimentação e agricultura, processos industriais, informação e tecnologia, imobiliário, varejo e comunicações sem fio também aparecem na lista dos principais investimentos.

    Entre janeiro e junho, os investimentos feitos por fundos no país foram responsáveis por 58% do total de US$ 1,79 bilhão aplicado na América Latina. Neste período, pelo menos cinco investidores diferentes investiram duas vezes ou mais em empresas no país, principalmente no setor de e-commerce.

    O crescimento do comércio eletrônico, segundo o estudo, foi impulsionado pela expansão da classe média na América Latina e pelo aumento do investimento em internet e setores de TI.

  • Os 10 mandamentos do comércio eletrônico

    Por  |  06/11/2012  |  2 comentários »
    Dez mandamentos do e-commerce

    Dez mandamentos para um comércio eletrônico de sucesso

    Ao acompanhar algumas lojas virtuais da concepção de sua ideia ao sucesso de mercado notamos alguns pontos que precisam ser encarados com a máxima seriedade pelos empreendedores de comércio eletrônico em Campo Grande, sejam entrantes no mercado ou quem já está se deparando com as dificuldades provenientes da falta de atenção a um ou mais pontos desta lista. Por isso chamamos de os 10 mandamentos do E-commerce, onde elencamos estes setores, não necessariamente por ordem de importância, pois cada tipo de negócio pode demandar mais atenção a um determinado ponto do que outro.

    1. Desempenho: Estude com carinho os assuntos relativos à sua plataforma e seu fornecedor de hospedagem, pois são fatores determinantes para o desempenho do seu e-commerce. Um site lento, seja por poucos recursos de infraestrutura, seja por uma plataforma pouco otimizada podem reduzir drasticamente sua taxa de conversão. Fique de olho nos gráficos de desempenho do site no seu Analytics. De nada adianta a melhor ferramenta em um ambiente compartilhado de R$ 30,00/mês assim como seria fatal ter o melhor data center ou cloud rodando uma ferramenta precária.
    2. Formas de pagamento: Quanto mais formas de pagamento melhor. Claro que nem sempre é viável ter todas, vai depender do grau de maturidade do seu negócio. Mas com certeza, assim que houver viabilidade contrate o máximo de formas de pagamento quanto for possível. Procure aumentar as possibilidades de parcelamento e ofereça o máximo de segurança para seu cliente.
    3. Anti-fraude: Esta parte do negócio seu cliente final nem deve ficar sabendo, mas hoje em dia dependendo do tipo de produto que estiver vendendo, uma análise anti-fraude terceirizada de qualidade e confiança é primordial. Uma compra “falsa” que você aceitar, ou seja, um aviso de chargeback da operadora que você receber pode levar o lucro do mês inteiro por água abaixo.
    4. Logística: Dizem que a melhor frase para se ouvir é “Eu te amo”, com certeza a segunda é “Frete Grátis!”. Logística barata e rápida não é mais um diferencial, é algo praticamente obrigatório. Não precisa ter o site todo 24×7 com frete grátis, mas se você conseguir calcular onde e quando oferecer já é alguma coisa. Não prometa o que não pode cumprir, se seu prazo não é o ideal para alguma região, anuncie corretamente mesmo assim. Melhor um prazo longo cumprido à risca que uma promessa descumprida.
    5. Auditoria de acesso: O olho do dono é que engorda do porco, já diz o ditado. Hoje em dia existe ao menos uma meia dúzia de ótimas ferramentas para auditar acessos, taxa de rejeição, conversão, permanência, dentre outras dezenas de métricas. Escolha uma, estude, entenda e fique de olho.
    6. SEO: A maneira mais barata, eficiente e longeva de tracionar acessos (vendas) para seu e-commerce é através dos resultados orgânicos dos mecanismos de busca, como o Google. Mas para ficar bem ranqueado é preciso um trabalho sério, consciente e de médio para longo prazo. No começo parece difícil, mas depois que os resultados começam a aparecer eles perduram e seguem dando lucro por um bom tempo.
    7. Estratégia de divulgação: Poucos podem se dar ao luxo de contar apenas com o resultado de SEO, sendo comprado apenas pela busca orgânica, os demais “mortais” precisam ter uma boa estratégia de divulgação para estar sempre trazendo acessos e vendas para o site. Mailing, AdWords, Remarketing e por aí adiante. Descubra quais canais oferecem melhor ROI (retorno sobre investimento) para o seu negócio e faça deste investimento algo constante e estratégico.
    8. Mídias Sociais: Hoje em dia é impensável um comércio eletrônico ficar fora do Facebook e do Twitter, para citar apenas os mais populares das dezenas de redes sociais que podem trazer ótimos clientes para sua loja. Leve a sério as mídias sociais, mas também não sobrecarregue seus seguidores. Faça destes canais algo agradável, onde antes de vender você possa ser comprado. As mídias sócias devem ser uma porta aberta por onde os clientes entram sozinhos, não um lugar para “laçar” novos consumidores.
    9. Time: Ninguém chega ao sucesso sozinho. Em um ambiente de competitividade como o da internet torna-se imprescindível que o empreendedor se cerque de gente de confiança e qualidade. Procure montar um time focado em um propósito, comprometido com o crescimento do negócio.
    10. Inovação: Mesmo seguindo todos os 9 mandamentos acima você ainda encontrará grande resistência do mercado se ficar limitado a oferecer exatamente a mesma coisa que todos os outros oferecem. Procure inovar, nem que seja começando em pequenos detalhes. O que você fizer de diferente será o que irá alavancar seu crescimento, mas lembre-se sempre do B-A-BA.
  • Expectativas do varejo para o Natal 2011

    Por  |  22/11/2011  |  Comente »

    O natal é a data do ano em que as pessoas costumam mais gastar o seu dinheiro, seja no Brasil ou em qualquer lugar do mundo. Afinal o natal é a época mundialmente conhecida como o período das confraternizações, das trocas de presentes entre familiares e amigos, da época de presentear seus filhos e sobrinhos que esperam a cada ano ansiosamente por presentes de natal, e que por conseqüência disso as pessoas acabam por juntar todas suas economias para poder dar um presente legal para quem ama todo final de ano.

    E quem se beneficia com isso são os donos e funcionários do comércio varejista, pois quanto mais gastos dos brasileiros, mais gordo será o natal de ambos. Segundo pesquisa da empresa Sistema Fecomércio Minas, 88,5% dos empresários que foram entrevistados acreditam que o natal de 2011 será melhor que o do ano passado, expectativa que vem crescendo desde 2009 entre os varejistas. Isso mostra maior confiança dos empresários na força comercial que a data proporciona, além do clima econômico favorável que enfrentamos no momento mesmo apesar da crise internacional.

    O cartão de crédito e a facilidade do parcelamento em várias vezes prometem ser a maneira preferida de pagamento dos brasileiros, o que é um fator que traz um maior numero de consumidores para o mercado. Outro fator que anima o comércio do varejo é o recebimento da primeira parcela do 13° salário para o consumidor. Estudos mostram que boa parte do consumidor não utiliza do 13° para pagar algumas dívidas, mas sim para consumo. O que anima ainda mais o setor varejista que espera conquistar mais lucros com esse perfil de consumidor que ocupa cada vez mais uma boa parcela do mercado.

    É claro que para obter maior quantidade de lucros, o dono de comércio precisa estar preparado para atender o consumidor da melhor maneira possível e não dar um passo em falso nas vendas. É preciso que o varejista invista em decorações natalinas para as vitrines das lojas, divulgue sua empresa online e offline e quase que inevitavelmente contratem funcionários temporários para essa época, além de capacitar não só os novos, mas também os que já estão há algum tempo na empresa, pois como nesse período do ano o movimento é muito maior todos devem estar preparados para receber o dobro de clientes que recebem normalmente, e dar a melhor atenção possível.