• Como sua empresa pode tomar melhores decisões em épocas de crise

    Por Mais Empresas  |  03/06/2020  |  Comente »

    Ninguém esperava! Mas, junto com a pandemia, veio uma crise econômica. Vimos, de uma hora para outra, empresas sendo obrigadas a tomar decisões, a se reinventarem e infelizmente, algumas a fecharem. Não havia tempo, eram decisões de sobrevivência e diante do cenário não havia outra saída.

    Porém, agora que passamos desse primeiro momento, agora que entendemos um pouco mais o que está acontecendo e qual é o caminho que ainda vamos percorrer, as empresas podem ter uma noção melhor do que esperar e tomar decisões um pouco melhores melhores, baseadas um pouco mais em fatos do que em suposições. Mesmo assim, o cenário ainda não é perfeito. Temos muitas coisas indefinidas e muitas possibilidades, mas como muitas empresas não pode se dar ao luxo de adiar algumas decisões, separamos alguns pontos para serem levados em consideração e assim, diminuir um pouco os riscos, na medida do possível, é claro: 

    Dicas de como tomar decisões em épocas de crise

    • Olhar a história: já passamos por outras crises antes e olhar para o passado é uma boa maneira de ter algum material no qual se basear mesmo que as coisas tenham sido em outros tempos. É apenas um norte, com certeza há algo a se observar e a se aprender.
    • Olhar para fora: temos o mundo inteiro passando pelo mesmo problema. Mesmo que tenhamos situações bem diferentes dado a diversos fatores, temos algo em comum: a causa. Assim como, no combate ao vírus, os países olham e observam como os outros estão se portando, podemos e devemos fazer isso em relação aos nossos negócios também. Acompanhar publicações do nicho internacionais, fazer parte de fóruns e pesquisas na internet são capazes de te dar alguma noção de como as coisas estão, o que fizeram para que possa se inspirar também. 
    • A união faz a força: já pensou em se unir? Em trocar ideias com empresas que possuem o mesmo segmento que o seu ou que o segmento te complementa? É hora de unir forças, trocar experiências para que todo mundo saia bem dessa. Essa é uma das melhores maneiras de se coletar material real e funcional para a futura tomada de decisões. 
    • Especialistas: tomar decisões com base em opiniões e estudos de especialistas sem dúvida é a forma mais segura. Há empresas que trabalham justamente com os pontos que vemos ser mais sensíveis em meio à crise, como o design estratégico, que engloba áreas como viabilidade de empresas em cenários diversos, reestruturação de modelo de negócios, soluções inovadoras e integradas.
    • Tendências: quais eram as tendências para seu nicho antes da crise? E depois dela, o que falam sobre as opções de inovação? Quais as mudanças no comportamento do usuário você pode levar em consideração para promover mudanças um pouco mais seguras no seu negócio? Junte tudo isso antes de tomar decisões.
    • Conheça bem seu negócio: você conhece seu negócio bem? Procura estudar sempre sobre ele? Quanto mais você o conhecer, entender seus pontos fracos e fortes mais segurança e com maiores chances de serem assertivas. 
  • Como o Blockchain pode se tornar uma tendência de mercado

    Por Mais Empresas  |  02/06/2020  |  Comente »

    Você sabe o que é Blockchain e como essa tecnologia pode se tornar uma tendência no mercado?

    Tendo surgido juntamente com o bitcoin, a principal finalidade do Blockchain era possibilitar as transações virtuais com as criptomoedas. Contudo, esse potencial sistema teve sua utilização ampliada para fora do mercado financeiro.

    É possível comparar o Blockchain a um tipo de banco de dados, porém de uso comunitário, sendo alimentado por diferentes usuários em todo o mundo. 

    As informações incluídas neste sistema devem seguir regras pré-estabelecidas, tornando todos os dados seguros e confiáveis. 

    Além disso, é possível ter acesso a todo o histórico disponíveis no Blockchain, deixando as informações acessíveis a qualquer momento. 

    Justamente pela sua estrutura nova e tecnológica, o Blockchain vem ganhando grande espaço no mercado. Apesar de ser um conceito novo, ele se tornou uma das grandes apostas para o futuro das negociações comerciais, conquistando a atenção devida. 

    Um distribuidor de rolamentos, por exemplo, muito em breve poderá considerar a utilização do Blockchain para as suas transações internas, colhendo benefícios com o uso da tecnologia em diversas áreas da empresa. 

    Sendo assim, ele pode ser considerado uma aposta promissora para o mercado em geral. 

    Se você quer saber mais sobre o Blockchain, o seu funcionamento e como as empresas dos mais diversos segmentos podem utilizá-lo em seus negócios, siga na leitura deste artigo para aumentar os seus conhecimentos sobre o assunto.

    O que é o Blockchain e como ele funciona?

    A tradução do termo Blockchain significa “cadeia de blocos”. Isso quer dizer que ele se trata de uma tecnologia onde a transmissão de dados ocorre em cadeia, onde cada informação é processada em um local diferente, compondo esse sistema tecnológico.

    O seu funcionamento não depende de intermediários, sendo essa uma forma importante de garantir maior segurança e evitar que fraudes sejam cometidas. 

    Essa estrutura permite que uma empresa de portaria virtual possa considerar o uso do Blockchain em processos futuros, precisando de investimentos tecnológicos para desfrutar desse sistema eficiente.

    O funcionamento do Blockchain é sequencial, de maneira que cada informação complementa a outra.

    Por isso, ele é descrito como uma cadeia de blocos, onde cada um deles é unificado e se torna parte das informações do sistema. 

    Para fazer parte dessa cadeia, a informação inserida precisa ser validada. Após esse processo, ela é inserida no Blockchain, e se espalha por diversos computadores no mundo todo. 

    Esse se torna um dos elementos mais fundamentais para garantir a segurança do Blockchain. Afinal, cada modificação precisaria passar por todos esse locais, o que impede fraudes no sistema.

    A sua estrutura sequencial também impede que dados extras sejam adicionados posteriormente.

    Dessa maneira, o Blockchain se mostra como um sistema seguro, o que torna a sua usabilidade interessante para uma caldeiraria industrial, ou para um escritório de contabilidade, que precise manter os seus dados sempre devidamente protegidos. 

    As vantagens do uso do Blockchain

    Além de ser um elemento tecnológico, o que torna diferentes empresas muito mais competitivas e atualizadas no seu nicho, o Blockchain pode oferecer diferentes vantagens. 

    A confiança e a transparência são outros benefícios do sistema, justamente porque ele atua com quatro conceitos principais:

    • Ledger distribuído;
    • Privacidade;
    • Contrato inteligente;
    • Consenso. 

    O ledger distribuído é o chamado “livro-razão”, ou seja, o local onde os registros de todas as transações é armazenado e compartilhado entre vários computadores na rede, acessível a qualquer pessoa.  

    A privacidade também é outro elemento importante do Blockchain. Apesar de as transações serem verificáveis por toda a rede, ela prioriza a segurança. 

    Para um estabelecimento conciliador de cartões, esse tipo de elemento é fundamental, pois garante o sigilo de suas atividades..

    Enquanto cada movimentação de criptomoeda é aberta ao público, o Blockchain prioriza a proteção dos dados dos usuários envolvidos.  

    Sendo assim, se uma pessoa realizar uma determinada ação, inserindo informações nessa cadeia de blocos, os seus dados particulares são preservados. 

    O Blockchain também permite o uso de um tipo de contrato inteligente, ou seja, qualquer documento que faça parte do sistema não será alterado depois de estipulado. 

    Assim, uma empresa de cftv que queira aplicar o Blockchain na sua estrutura financeira pode ser beneficiada com esse ponto, uma vez que tudo o que está estabelecido previamente será seguido sem alterações.

    Por fim, o consenso também é uma das características vantajosas do Blockchain. Afinal, as transações realizadas na rede são verificadas pelos participantes do sistema, impedindo fraudes. 

    Como o Blockchain pode ser utilizado nas empresas

    Apesar de ser um sistema utilizado essencialmente em transações financeiras, o Blockchain já está sendo aplicado em diversas outras funções.

    A sua estrutura dinâmica é perfeitamente adaptável para outros tipos de usabilidade, o que possibilita uma série de ações para tornar o funcionamento de diferentes empresas muito mais eficiente e seguro. 

    Um sistema para loja de roupas, por exemplo, pode ser desenvolvido utilizando as premissas do Blockchain, priorizando a validade e a relevância das informações, unificando dados em cadeias de blocos, para assegurar o sigilo financeiro da empresa. 

    Sendo assim, o Blockchain já vem garantindo o seu espaço no mercado em alguns pontos específicos, com potencial para se tornar tendência em várias outras áreas. 

    O Blockchain e a Internet das Coisas (IoT)

    A Internet das Coisas é uma das grandes promessas para o segmento tecnológico. A conectividade de vários dispositivos ao mesmo tempo traz uma série de comodidades, o que também implica na necessidade de investimentos em segurança. 

    Nesse caso, o Blockchain pode ajudar na validação da conexão entre esses dispositivos, impedindo invasões e garantindo a verificação dos dados trocados durante o uso da IoT.

    O Blockchain e a validação de documentos

    Para garantir o funcionamento e a troca de informações seguras entre a matriz de uma empresa especializada na produção de chapa de aço galvanizado com as suas filiais, é preciso criar processos internos de grande segurança.

    O mesmo pode ocorrer quanto ao relacionamento de um advogado com o seu cliente, sendo esse um trabalho que muitas vezes exige sigilo absoluto das informações. 

    Muitos desses processos incluem documentos e a validação deles, que normalmente demoram horas ou dias para serem finalizados. O Blockchain pode ser aplicado para diminuir esse período de maneira eficaz. 

    Afinal, a sua estrutura é propícia para um acesso rápido e seguro, impedindo possíveis fraudes ou adulterações. 

    O Blockchain e a transparência de informações

    Empresas dos mais variados segmentos e até mesmo alguns órgãos governamentais assumem o compromisso de manter a transparência das suas informações, publicando-as em canais acessíveis ao público. 

    No entanto, a segurança desses dados, muitas vezes, são passíveis de veracidade, deixando a confiança das pessoas abalada. 

    Ao se utilizar o Blockchain para disponibilizar dados de interesse comum, esse tipo de desconfiança some do horizonte. 

    Afinal, a publicação de informações em bloco, dentro da cadeia existente no sistema do Blockchain é estruturada justamente para evitar qualquer modificação, tornando os dados disponibilizados muito mais confiáveis. 

    O Blockchain e os acordos comerciais

    Os acordos comerciais firmados entre uma empresa de grampo para cabo de aço e uma grande indústria de metais pode exigir uma série de etapas para a sua conclusão. 

    Além de uma assessoria jurídica, muitas vezes é necessário utilizar também a financeira, por tratar de negociações que demandam altas quantias em dinheiro. 

    Uma maneira eficaz de tornar esses processos e etapas simples e seguros é investir em um Blockchain, onde cada informação pertinente ao acordo pode ser firmada em um contrato inteligente. 

    Isso quer dizer que as cláusulas e as imposições de ambas as partes serão facilmente acessadas e não passarão por modificações não autorizadas, deixando todo o processo mais claro e direto. 

    Além disso, é possível manter a segurança de diversos dados relacionados ao negócio. Dessa maneira, os dois lados ficam resguardados, para que o contrato firmado possa ser mais seguro e tranquilo. 

    O Blockchain e a redução de custos

    Grandes empresas com atuação internacional viram no Blockchain uma maneira prática de realizar as suas transações bancárias de modo mais seguro e econômico.

    Para efetuar pagamentos de valores considerados altos, muitas delas recorrem aos serviços financeiros proporcionados pelo Blockchain, que possui estrutura semelhante aos pagamentos feitos com criptomoedas. 

    Assim, cada etapa da operação é rastreável e verificável, tornando-a mais segura e ágil. A grande capacidade de processamento do Blockchain, unificada com a transparência permitida pelo sistema contribuem positivamente para isso. 

    Apesar de ainda serem utilizadas de maneira discreta por grandes bancos mundiais, as transações via Blockchain mostram fortes tendências para o setor financeiro, possibilitando uma comunicação mais efetiva entre empresas de diferentes continentes. 

    Que o Blockchain seja um sistema efetivamente seguro, e que vem ganhando destaque no cenário econômico mundial, disso ninguém duvida. 

    A tecnologia presente na estrutura dessa cadeia de informações em blocos transmite cada vez mais segurança para os seus usuários, possibilitando uma série de ações que serão implementadas dentro de diversos estabelecimentos em um futuro muito próximo. 

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • O que é necessário saber para ter uma boa infraestrutura de TI

    Por Mais Empresas  |  01/06/2020  |  Comente »

    Uma boa infraestrutura de TI se refere a todos os elementos necessários que garantem e fornecem tecnologia a um usuário final. 

    Essa infraestrutura inclui servidores, armazenamento de dados, rede e sistemas convergidos.

    Além disso, também conta com virtualização, gerenciamento, automação e orquestração para entregar aplicativos na forma de sistemas usados pelo cliente.

    Estes podem ser smartphones, laptops, tablets, etc. Com isso, as empresas geram resultados reais, pois todos os serviços de tecnologia são apoiados em uma estrutura subjacente que funciona.

    A tecnologia é algo importante e que precisa fazer parte das empresas de absolutamente todos os setores. É por meio dela que os serviços e produtos têm sua qualidade garantida – mas não é só isso.

    Uma boa infraestrutura de TI também garante um bom funcionamento da empresa como um todo. 

    Hoje em dia, todas as informações que fazem parte de uma organização estão envolvidas com a tecnologia.

    Por isso, é importante contar com profissionais dedicados tanto a essa área quanto a suas subáreas, para que o funcionamento adequado da organização seja garantido.

    Por isso, neste artigo, vamos falar sobre o que é infraestrutura de TI, como ela funciona e como desenvolvê-la adequadamente.

    O que é infraestrutura de TI?

    A infraestrutura de TI de uma empresa está relacionada a todos os componentes indispensáveis para o funcionamento do negócio. 

    Dentre os principais podemos destacar:

    • Dispositivos como desktop, notebook, etc.;
    • Servidor (e-mail, banco de dados, armazenagem, etc.);
    • Rede (internet, roteador, cabeamento, etc.);
    • Impressoras;
    • Telefonia.

    Portanto, se uma fabricante de tubo quadrado se pergunta sobre quais itens de informática são necessários para que ela opere com qualidade, com certeza todos os itens acima entram como resposta.

    Como funciona uma infraestrutura de TI

    Uma boa infraestrutura de TI consiste na combinação de diversos elementos, sendo estes software, hardware, rede e também os recursos humanos. Eles permitem que uma organização forneça serviços de tecnologia da informação para a equipe.

    Existem diversos componentes-chave em uma boa infraestrutura de TI, sendo que a mais óbvia é o hardware, isso porque, sem ele, é impossível ter uma área de TI na empresa.

    Portanto, a organização precisa de computadores, servidores, roteadores, switches e outros componentes. 

    Para entender um pouco melhor, vamos especificar um pouco mais os principais componentes de uma boa infraestrutura de TI:

    1 – Hardware

    O hardware, apesar de ser o mais importante, não funciona sem um software. Dentro de uma empresa de licença de operação um software inclui aplicativos de produtividade, planejamentos de recursos empresariais e também CRM.

    Alguns desses aplicativos podem ser comprados prontos, já outros precisam ou podem ser desenvolvidos pela área de TI. Isso, contudo, vai depender da necessidade da empresa.

    2 – Internet

    Vivemos em um mundo dominado pela internet, por isso, ela se transformou em um fato essencial para que os negócios possam ser bem conduzidos.

    Dessa maneira, a conectividade da rede se tornou indispensável. Isso porque os funcionários dependem de e-mails, acesso à web e serviços telefônicos VOIP.

    Isso faz da conexão de rede algo necessário, pois diversas máquinas precisam ser conectadas ao mesmo tempo. Para isso, é necessário configurar fios, hubs de rede, switches e roteadores.

    3 – Pessoas

    Para que cada componente de uma boa infraestrutura de TI funcione adequadamente, o elemento humano é o mais importante. 

    Isso porque ele é o responsável por adequar todas as partes, de acordo com a necessidade de cada empresa.

    Os profissionais de TI podem ser desenvolvedores, administradores de sistema ou administradores de rede. 

    São eles que analisam as necessidades da organização para determinar quais softwares e hardwares farão todo o trabalho.

    Para atender às necessidades da organização, esses profissionais precisam comprar ou desenvolver uma solução. 

    Um exemplo disso é escolher uma solução local ou nuvem para uma fabricante de placa vibratória.

    Todos os componentes da infraestrutura de TI dependem um do outro. Isso, porque no final das contas, todas as empresas precisam de software, hardware e rede para funcionar adequadamente.

    Mesmo assim, eles podem se tornar inúteis, caso não haja a presença de um profissional para comprá-los, configurá-los e mantê-los funcionando do jeito certo.

    Como ter uma boa infraestrutura de TI

    Independentemente do tamanho do negócio e de qual é o seu mercado de atuação, ter uma área de TI é fundamental.

    Isso, porque toda empresa possui informações que são confidenciais e que não podem ser compartilhadas com todos os colaboradores e clientes.

    O TI permite que a empresa controle quem tem acesso a essas informações, bem como de que maneiras elas estão sendo usadas.

    Toda a configuração da rede de computadores deve ser feita pelos profissionais de TI. Portanto, dentro de uma empresa de consultoria ambiental, são esses profissionais que vão garantir que tudo seja executado dentro dos padrões da organização.

    Eles também garantem que o ambiente digital seja seguro, atualizado e, principalmente, estável. É isso que protege os computadores das instituições de ameaças.

    Também serão esses profissionais que vão resolver qualquer problema técnico com o software, bem como qualquer tipo de contratempo que surgir relacionado com a rede de computadores.

    No entanto, para que a empresa possa usufruir de todos esses benefícios, ela precisa de uma infraestrutura de TI que englobe as seguintes subáreas:

    Desenvolvimento web

    Desenvolvimento web é uma subárea do TI dedicada ao desenvolvimento de sites na internet ou na intranet de uma empresa.

    Geralmente, atua mais na marcação, programação, configuração e trabalhos de retaguarda. No entanto, ele também pode atuar no projeto visual das páginas e desenvolvimento de comércio eletrônico.

    Além disso, se uma empresa de metalização tiver essa subárea em sua infraestrutura de TI, pode usá-la para o desenvolvimento de páginas estáticas e aplicações ricas. Bem como comércio eletrônico e redes sociais.

    Também é importante que a subárea de desenvolvimento web atue com as mais diferentes linguagens de programação. Dentre elas:

    • Java;
    • JavaScript;
    • PHP;
    • Python.

    Análise de sistemas

    É fundamental que qualquer empresa conte com um profissional de análise de sistemas. Isso, porque é ele quem encontra o melhor caminho para que a informação seja processada.

    Para isso, ele leva em conta os diversos sistemas existentes entre hardwares, softwares e o usuário final. 

    Após isso, o profissional desenvolve soluções padronizadas e transcritas de maneira que o computador possa executar.

    É nessa subárea do TI que se concentra a administração dos sistemas computacionais usados, por exemplo, por empresas de automação industrial.

    Esta área organiza, implanta e cuida da manutenção de aplicativos e redes de computadores. Para isso, os profissionais fazem um levantamento de todas as informações da empresa.

    Eles utilizam essas informações para desenvolverem um sistema que atenda às necessidades da empresa.

    Portanto, a área de análise de sistemas funciona como uma tradutora entre as necessidades da organização e o programa a ser desenvolvido.

    Só que para que isso seja possível, o profissional atuante dentro dessa área do TI precisa ter acesso a todos os dados do negócio, ou seja, conhecê-lo profundamente.

    A partir disso, ele consegue implantar as regras do negócio ao sistema que será desenvolvido para ele.

    Web design

    Na área de web design de uma fabricante de tubos flexíveis de aço inox existirá harmonia entre beleza e funcionalidade em suas páginas na web.

    Isso, porque os sites precisam mais do que simplesmente funcionar bem, eles também precisam agradar aos olhos do usuário.

    O profissional de web design consegue garantir isso, portanto, ele leva até o visitante do site de uma empresa, bem como aos funcionários que usam os sistemas intranet, uma experiência positiva de uso.

    Afinal, os profissionais da área de TI são formados para que falem a língua dos computadores e para serem extremamente analíticos e detalhistas. Então, sua maior preocupação é com a funcionalidade dessas páginas.

    Quando a organização conta com um web designer, dentro de sua infraestrutura de TI, ele consegue transformar essa linguagem do computador para algo mais humano nos softwares utilizados.

    Portanto, ele pode ser considerado a ponte entre os computadores e as pessoas. Para isso, ele trabalha para uma empresa de resistência tubular com um conceito de interface.

    Esse papel é fundamental para melhorar a interação entre usuários e páginas, para que elas executem o seu papel. Isso, inclusive, influencia no marketing externo e interno das organizações.

    Conclusão sobre infraestrutura de TI

    Tudo o que diz respeito à tecnologia é importante para as empresas do mundo moderno. É ela que vai garantir que todos os processos funcionem como esperado, garantindo a produtividade da organização.

    Além disso, a tecnologia facilita processos e traz mais segurança para os negócios. Mas para que isso funcione, é importante que a empresa tenha uma boa infraestrutura de TI.

    A partir da implantação dessa estrutura, qualquer negócio estará atuando com a tecnologia da maneira mais segura e eficiente.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • Passo a passo para entender sobre o mercado eletrônico

    Por Mais Empresas  |  29/05/2020  |  Comente »

    O mercado eletrônico trouxe uma nova oportunidade de negócios para pessoas que querem empreender de alguma maneira.

    Trabalhar no conforto do lar ou de qualquer lugar do mundo, de maneira simples e prática, é o sonho de todos. E as plataformas e-commerce possibilitaram essa realização.

    Esse modelo de negócios tem crescido consideravelmente no Brasil, enquanto muitas lojas físicas estão fechando as portas, ou por optarem somente por esse modelo de mercado, ou por terem sido vencidas por ele.

    Imagine, por exemplo, no momento que estamos vivendo devido a pandemia do novo coronavírus. Muitos consumidores estão comprando os mais variados produtos por meio dessas plataformas, uma vez que o comércio está fechado.

    Mesmo com o fim da quarentena, a tendência é que esse mercado mantenha-se ainda mais ativo. Portanto, este é o momento de investir em uma loja virtual, pois as pessoas não estão dispostas a se arriscar ao sair para comprar itens que não sejam alimentos e remédios.

    Só que, para entrar neste mercado, é importante entender como ele funciona, quais são suas tendências e a melhor forma de colocar em prática. Siga na leitura deste artigo para entender mais sobre este assunto.

    Como funciona o mercado eletrônico

    Mercado virtual, e-commerce, mercado eletrônico e loja virtual são nomes dados para um modelo de negócios que comercializa seus produtos pela internet. Mas ele é tão parecido com uma empresa física do que se imagina.

    Inclusive, é muito vantajoso para as lojas físicas manterem uma versão digital, uma vez que é necessário criar um plano de negócios, divulgar e investir tempo e dinheiro.

    Esse modelo de negócios atrai muitas pessoas que desejam vender de tudo, desde roupas até processador de alimentos profissional

    Isso ocorre porque o mercado eletrônico passa a impressão de que basta criar um site e colocar os produtos à venda.

    No entanto, não é bem assim que acontece. O mercado eletrônico funciona da seguinte maneira: uma empresa investe em uma plataforma de vendas; os produtos são disponibilizados nela; em seguida, é feita a divulgação.

    Após isso, o consumidor escolhe o que deseja comprar e é direcionado para a forma de pagamento. Quando o pagamento é concretizado, o consumidor recebe o seu produto.

    Só que para que todas essas etapas tenham sucesso, é necessário fazer o uso de algumas estratégias, que envolvem:

    • Comunicação digital;
    • Usabilidade;
    • Marketing digital.
    • Análise de dados.

    Todas essas estratégias serão vistas mais à frente. Mas antes, é importante estar por dentro das tendências desse mercado.

    Tendências do mercado eletrônico

    Por conta do alto crescimento do comércio eletrônico no Brasil e no mundo, algumas das principais tendências são:

    1 – Avaliação com fotos e vídeos

    Na China, essa tendência já é uma realidade. Qualquer que seja o produto ou serviço, como jateamento abrasivo, as avaliações influenciam muito na decisão de compra do consumidor.

    Quando acompanhada de uma foto ou vídeo, a pessoa que está pensando em adquirir determinado produto, consegue ter uma noção real e sente-se mais segura para realizar a compra.

    2 – Sites mais leves

    Muitos líderes do mercado eletrônico estão usando tecnologias para deixarem os sites mais leves, e esta é uma tendência que veio com tudo nesse ano.

    Essa novidade visa transformar sites em aplicativos, que ocupam menos espaço nos dispositivos móveis e possuem navegação mais rápida e fácil, além de baixo consumo da internet.

    3 – Comando de voz

    Buscar e comprar por comando de voz é a principal tendência para esse mercado a partir de 2020. Isso porque cada vez mais pessoas têm optado por pesquisar aquilo que desejam por comando de voz.

    Portanto, o uso de tecnologias voltadas mais para a semântica será prioridade entre as plataformas e-commerce.

    4 – Anúncios automatizados

    A eficácia da publicidade depende do contexto em que é inserida, e isso inclui o ambiente do usuário. Por isso, a automação vai incluir até mesmo localizações para facilitar a venda dessas plataformas.

    Seja para vender revestimentos metálicos ou qualquer outro produto, é importante estar atento a essas tendências, uma vez que elas mudam rapidamente a realidade do mercado eletrônico.

    Mesmo assim, existem algumas práticas que são necessárias para que a loja virtual dê certo.

    Melhores práticas para o mercado eletrônico

    A internet é um vasto campo de possibilidades, e uma delas é o comércio eletrônico. Mas o tempo todo surge uma plataforma que venda os produtos mais procurados, como cabeamento de rede, por exemplo.

    Por isso, é importante priorizar algumas estratégias que são fundamentais para que uma loja virtual seja bem-sucedida. E algumas das principais são:

    1 – UX

    UX é uma sigla para User Experience. Seu principal objetivo é, além de levar o melhor conteúdo aos usuários de um site, fazer com que esses conteúdos sejam consumidos da maneira mais agradável possível.

    Portanto, ele preza por um design responsivo, organizado e intuitivo. 

    O UX é importante para garantir diversos aspectos que contam para o cliente, como a velocidade de carregamento do site e a experiência ao usá-lo.

    Esses dois fatores são importantes porque se o usuário se depara com um site que demora a carregar ou que ele simplesmente não saiba usar, pode acabar desistindo da compra.

    2 – Compreender a persona

    Independentemente do que uma loja virtual comercialize, como produtos tecnológicos ou bronze tm 23, ela precisa ter e entender a sua persona.

    Trata-se de um arquétipo perfeito do tipo de cliente ideal de uma marca. Ela surge com base em pesquisas no público-alvo, ou seja, há um embasamento que ajuda na criação desse perfil.

    A partir do momento em que ela é criada, é possível guiar a decisão estratégica de todos os esforços em marketing e produtos. Portanto, a marca cria conteúdos e mensagens que são atraentes para aquele público.

    3 – Entender o comportamento do usuário

    Compreender o comportamento do usuário é um desafio para as lojas virtuais, bem como para outros tipos de empresas.

    Isso acontece porque as informações são atualizadas minuto a minuto, e os usuários costumam navegar em multi-telas.

    Por isso, é importante que uma revenda de porta de aço automática, por exemplo, faça uma boa pesquisa comportamental. Essa estratégia é importante para trazer muitos insights positivos para esse tipo de negócio.

    Como consequência, elas obtêm mais informações e uma percepção melhor do público-alvo. 

    Mas, para isso, são necessários recursos, metodologias apuradas e um pouco de investimento.

    Também é fundamental entender quais são as carências que em um determinado momento os usuários têm. Com isso, fica mais fácil definir quais são os objetivos, além de permitir o desenvolvimento de um briefing.

    4 – Análise de tráfego

    Ter um bom nível de tráfego é importante para qualquer tipo de página na web, principalmente um e-commerce.

    Isso porque, se é por meio de um site que uma loja vende máquinas de usinagem de engrenagens, ele precisa ter uma boa quantidade de pessoas trafegando nele.

    Por isso, é importante conhecer as métricas e obter bons resultados. Além disso, mensurar e analisar o tráfego permite saber quais serão as próximas ações.

    As lojas on-line podem visualizar as métricas de seu site por meio do Google Analytics. Essa ferramenta é gratuita e ajuda a perceber como o site está caminhando e quais são as atitudes que podem ser tomadas para melhorá-lo.

    Algumas das principais métricas que precisam ser analisadas são:

    • Número de sessões;
    • Origem do tráfego;
    • Custo por geração de lead;
    • Taxa de rejeição.

    Existem outras métricas que podem ser avaliadas, mas estas podem ajudar as plataformas a tomarem decisões mais assertivas para a venda de puxadores para portas e muitos outros produtos.  

    5 – Arquitetura da informação

    A arquitetura da informação em sites tem a função de auxiliar os usuários a encontrarem o que estão procurando.

    Essa estratégia é muito importante para que o visitante de uma plataforma e-commerce não fique perdido e encontre facilmente o produto que estava procurando.

    Ela garante uma boa usabilidade do site e também uma experiência positiva para o consumidor, pois quando o site não tem essa atenção, o consumidor acaba desistindo e partindo para o site do concorrente.

    Esse dano é muito significativo, uma vez que esses problemas podem acontecer com outras pessoas que visitem a página. Portanto, para não perder bons negócios, é preciso investir em arquitetura da informação.

    Conclusão sobre o mercado eletrônico

    O mercado eletrônico veio para simplificar a vida das pessoas, trazendo até elas a oportunidade de comprar bons produtos, por preços acessíveis e de onde estiverem, recebendo no conforto do lar.

    Só que para que ele funcione da melhor forma possível, é necessário estar atento às tendências do mercado eletrônico e aplicar as principais estratégias.

    O mercado digital é muito atraente para os consumidores, mas ele não deve ser feito de qualquer maneira. Apesar de simples, requer alguns cuidados que garantem o sucesso da loja e a satisfação dos consumidores.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • 6 dicas de como usar inteligência artificial no Marketing Digital

    Por Mais Empresas  |  27/05/2020  |  Comente »

    A Inteligência Artificial (IA, ou AI, para seu nome em inglês: Artificial Intelligence) é usada em praticamente todos os segmentos do mercado, por conta da sua personalização.

    Por meio da IA, é possível desenvolver as mais variadas tarefas operacionais e também usá-la nas estratégias de tomada de decisão. Inclusive, para as ações de Marketing Digital, a inteligência artificial tem se mostrado um grande recurso.

    Há alguns anos, ela era vista como algo futurista, mas atualmente, é usada no dia a dia de empresas e pessoas. Exemplo disso é o uso de smartphones e o crescimento nas compras pela internet.

    Portanto, sua aplicação foi difundida e popularizada, e ainda assim, novas pesquisas vêm mostrando que ela ainda possui muitas possibilidades a serem exploradas com o passar do tempo.

    No que diz respeito às aplicações em Marketing Digital, a inteligência artificial permite melhorar os resultados obtidos. Isso porque ela pode ser empregada em muitas ações.

    Estas visam melhorar o atendimento aos clientes, a experiência do usuário, estudo de público, além de aumentar o rendimento de empresas dos mais diferentes setores, como e-commerces, indústrias, entre outros.

    Tendo isso em mente, neste artigo, vamos falar de que maneira a inteligência artificial pode contribuir para os esforços em Marketing Digital e como ela melhora o desempenho de vários setores.

    Importância da Inteligência Artificial para o Marketing Digital

    A Inteligência Artificial é uma aliada das estratégias em Marketing Digital de empresas como uma de enclausuramento de máquinas. Essa ferramenta é eficaz e proporciona melhorias contínuas para as organizações.

    Visão analítica, aprendizado de dados estruturados e não estruturados, como vídeos e imagens, além de personalização para experiências cada vez mais humanizadas são apenas alguns exemplos.

    Ela ajuda a entender o comportamento de consumidores e parceiros, algo que surge como uma das principais dúvidas dos profissionais de marketing.

    Neste momento, a tecnologia e a combinação de ferramentas que usam a Inteligência Artificial entram como facilitadores, afinal, possui a capacidade de aprendizado que facilita a tomada de decisões.

    Com isso, as marcas conseguem acertar o seu posicionamento, melhorar produtos e serviços, como sanca de gesso valor, o que gera maior economia financeira e mais tempo para aprimorar cada vez mais as ações.

    A importância da IA para as estratégias em Marketing Digital pode ser explicada por meio de suas vantagens, como:

    1 – Redução de custos

    A previsão de análises e dados tem seu custo reduzido, ajudando a melhorar o direcionamento para a equipe de marketing.

    Para os empresários, auxilia em modelos operacionais de custo reduzido, mas que mesmo assim, otimizem os processos no ambiente de trabalho.

    2 – Vantagens estratégicas

    Empresas que usam a inteligência artificial em suas estratégias de marketing digital estão sempre à frente de seus concorrentes.

    Por meio dela, é possível se antecipar quanto à possibilidade de conversão de um cliente, quais são os desejos e necessidades dos consumidores, e prever o comportamento deles.

    Com isso, é possível nutrir melhor os leads, fazer conversões, aumentar o número de vendas, fidelizar e adequar os conteúdos ao que realmente interessa ao público-alvo.

    3 – Melhora a eficiência do marketing

    Por meio de dados avaliados com a IA, é possível saber o quanto o cliente está interessado em valvula esfera tripartida ou qualquer outro produto ou serviço.

    A empresa também consegue saber quanto tempo precisa investir para que o consumidor efetue uma compra. Para as vendas B2B, isso é ainda mais importante, uma vez que são mais longas e precisam ser mais bem trabalhadas.

    Ao se deparar com leads relevantes, a marca terá o tempo necessário para trabalhar a venda, de maneira econômica, obtendo resultados mais satisfatórios.

    Uso da Inteligência Artificial em Marketing Digital

    Uma das principais aplicações da IA por parte das empresas é nas ações em marketing digital. Apresentamos, a seguir, seus principais usos em uma estratégia.

    1 – Chatbots

    Os chatbots são importantes para melhorar o atendimento das empresas. Ele é programado de modo a simular uma conversa humana em um chat.

    Isso automatiza tarefas repetitivas e burocráticas relacionadas a dúvidas frequentes e maneiras de dialogar, predefinindo esse diálogo entre o usuário e o robô.

    Se um usuário pesquisar por toldos no abc e encontrar uma empresa que use chatbots em seu site, estará lidando, então, com um programa de computador que responderá perfeitamente a maioria de suas dúvidas.

    Ele simula uma conversa e automatiza aquelas tarefas repetitivas, deixando os profissionais livres para se dedicarem a assuntos mais importantes e de resolução mais complexa.

    Essa espécie de “robô” pode ser empregada em diferentes processos, tais como:

    • Vendas;
    • Consultas de pagamentos;
    • Dúvidas frequentes;
    • Sugestões e elogios.

    Com isso, a empresa pode colocá-lo em um fluxograma, isso permite estruturar um diálogo previamente cadastrado em uma ferramenta apropriada. Este diálogo é baseado nas dúvidas e necessidades mais comuns.

    2 – Segmentação de público

    Segmentar o público é muito importante para que a empresa possa atuar de maneira personalizada. Com a IA isso é possível, além de facilitar a atração de clientes com perfil que corresponda ao da empresa.

    É uma excelente maneira para uma revenda de sistema de proteção contra descargas atmosféricas garantir mais retornos em vendas.

    Trata-se de um processo muito conhecido pelo marketing, mas que foi potencializado com essa tecnologia, pois antigamente a segmentação tinha resultados pobres e muito amplos.

    Por meio da IA, é possível esmiuçar a característica de cada público-alvo, o que projeta uma análise de dados mais efetiva. Isso permite trabalhar em nichos de mercado que estejam precisando de mais ofertas em produtos e serviços.

    Com isso, a empresa pode direcionar seus esforços para que potenciais clientes sejam conquistados.

    3 – Melhorar a experiência do usuário com a inteligência artificial

    A Inteligência Artificial permite que a empresa acompanhe o comportamento dos consumidores. Dessa forma, é possível avaliar a qualidade no atendimento e também dos produtos e serviços oferecidos.

    Isso é feito com base nas buscas que são realizadas diariamente pelos consumidores e também por meio dos acessos ao site da empresa. 

    Estes são elementos preciosos para atuação e também corrigir ações estratégicas em marketing.

    A empresa passa a ter mais capacidade para se aproximar de seu público-alvo, pois ele estará bem mapeado, por meio das informações obtidas com a tecnologia.

    4 – Geração automatizada de conteúdo

    A Inteligência Artificial consegue fazer uma análise comportamental e, com isso, sugerir conteúdos mais adequados para serem publicados no blog, site, redes sociais e outras plataformas utilizadas pela empresa.

    Com isso, uma fabricante de filtro prensa consegue direcionar de maneira mais segura as informações necessárias para atrair a atenção de possíveis clientes. 

    Além do mais, a empresa também consegue fidelizar aqueles que já compraram com ela.

    Como consequência, o posicionamento da marca é favorecido, pois existe uma continuidade nas postagens de maneira séria e direcionada àquilo que realmente interessa ao consumidor.

    5- Processos e acompanhamento de vendas com inteligência artificial

    Por meio da atuação da Inteligência Artificial com o Marketing Digital, é possível acompanhar os processos de vendas e melhorá-los. Essas ações aumentam a conversão de clientes, margem de lucro etc.

    Isso se dá por conta da redução de controles manuais que melhoram a segurança, uma vez que serão substituídos pela tecnologia.

    A conquista de clientes integrada às ações de marketing pode ser avaliada em tempo real, com mais segurança e detalhamento inovador.

    6- Conhecimento de mercado

    Qualquer segmento de mercado, independentemente do produto ou serviço que venda, desde softwares para empresas até utensílios domésticos, pode usar os fatos e dados mostrados pela inteligência artificial para gerir melhor a concorrência.

    A prática de preços também pode ser inclusa nisso, pois informações referentes à concorrência estão muito mais acessíveis atualmente. 

    O custo com a aplicação da IA para isso é muito mais baixo do que os meios tradicionais.

    Os dados, ao contrário, têm valor muito maior, o que permite avaliar melhor as margens, desenvolver novos produtos, além de criar novas estratégias de vendas. 

    A inteligência artificial no rendimento das empresas

    Em quase todos os segmentos de negócios, a inteligência artificial é aplicada em algum momento nas estratégias de marketing digital. Isso porque ela é flexível e pode ser facilmente personalizada.

    Ela pode estar presente no desenvolvimento estratégico, relacionamento com o consumidor, entre outras ações que melhorem o desempenho de empresas, como os negócios e-commerce.

    Uma plataforma e-commerce que venda capa para piscina grande pode aplicar a IA para oferecer a melhor experiência aos seus usuários.

    Para isso, identificam-se as preferências dos consumidores, seus hábitos de navegação e consumo, entre outras características, para que ele tenha a melhor experiência de compra.

    Com base nos comportamentos de alguns clientes, essas plataformas podem fazer sugestões a outros consumidores. Portanto, além de oferecer uma boa experiência, elas garantem um bom atendimento.

    Uma plataforma e-commerce pode vender tela de arame, produtos digitais, utensílios domésticos e muitos outros produtos e serviços.

    Daí a importância de usar a IA para conhecer seu público e seus hábitos de compra, para que eles tenham a melhor experiência possível.

    Conclusão sobre o uso da inteligência artificial no Marketing Digital

    A Inteligência Artificial é muito ampla, pois possui aplicações diversas. Ela está presente no dia a dia de pessoas e empresas, em muitas atividades rotineiras.

    Portanto, é fundamental entender como ela funciona, como é usada e como poderá ser útil em um futuro bem próximo.

    Dessa forma, as organizações poderão aplicar essa tecnologia em seus processos, melhorando seus lucros e levando mais vantagens aos consumidores.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • Saiba as melhores práticas para melhorar o E.A.T

    Por Mais Empresas  |  25/05/2020  |  Comente »

    O E.A.T, sigla para Expertise, Authoritativeness and Trust, em tradução “expertise, autoridade e confiabilidade”, é um novo fator de rankeamento do Google, sendo parte do conjunto de diretrizes do mecanismo que avalia a qualidade de um website.

    Embora ainda existam algumas dúvidas e controvérsias sobre o E.A.T como parte das técnicas de otimização para o Google, muitas páginas já estão implementando a prática dentro do SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para os mecanismos de busca, visto que é possível melhorar o tráfego orgânico.

    Além do mais, o E.A.T é uma estratégia benéfica para os sites. Quer dizer, mesmo que ele não influencie na classificação no Google, é uma prática que proporciona uma melhor experiência ao usuário.

    Quer saber mais sobre o conceito? Acompanhe o texto e saiba as melhores práticas para melhorar o E.A.T do seu site!

    O que é o E.A.T?

    Os algoritmos do Google são um verdadeiro mistério. Isso porque eles podem se transformar e usar novas diretrizes de avaliação e classificação. 

    Existe até um documento, conhecido como Quality Raters’ Guidelines (QRG) que descreve os principais fatores de boas práticas SEO.

    Ou seja, é preciso ficar atento às mudanças do buscador, visto que, mesmo em um bom conteúdo sobre empilhadeira pode sofrer influência de novos tipos de rankeamento e, por isso, deve ser adaptado.

    Desde fevereiro de 2019, o próprio Google confirmou que o E.A.T entrou como parte do seu algoritmo na qualificação de páginas.

    A tríade do E.A.T (expertise, autoridade e confiabilidade) forma as principais diretrizes do QRG, que são recomendadas pelo Google. Ou seja, é preciso ter uma página de qualidade, com reconhecimento e de confiança, proporcionando uma boa experiência aos usuários.

    Abaixo, confira um pouco mais sobre cada um dos elementos do E.A.T.

    1 – Expertise

    O expertise refere-se ao conhecimento, isto é, o quanto um conteúdo é aprofundado e informativo sobre um determinado assunto.

    Na prática, podemos pensar em um artigo sobre coleta resíduos recicláveis. Quanto mais informações aprofundadas, inclusive explanação de termos técnicos, melhor o algoritmo do Google entende o seu conteúdo e atua na classificação.

    O Google costuma determinar dois tipos principais no nível de expertise, que são: o Main Content (MC) e o Supplementary Content (SC).

    O Main Content, ou “conteúdo principal”, consiste no tema-chave que é desenvolvido com maior quantidade de palavras, com foco na qualidade da informações e com o máximo de objetividade para o leitor. 

    Além de artigos, o Main Content também pode conter fotos, notícias, resenhas, vídeos, entre outros materiais.

    Por exemplo, o MC pode tratar de processos para tirar a carteira cnh pcd, trazendo todas as especificações, documentos necessários, etc. Esse conteúdo pode ser tratado em vídeo, bem como em textos ou com infográficos.

    Já o Supplementary Content, ou “conteúdo adicional”, tem como objetivo direcionar o visitante dentro do site, com link internos para navegação em outras páginas, ou para outros materiais dentro próprio website.

    Imagine, por exemplo, um artigo que trata sobre dicas de decoração e traz um hiperlink para modelos de papel de parede. Neste caso, o conteúdo adicional encontra-se no link, que irá direcionar para conhecer os tipos de revestimento.

    Além desses dois tipos principais de avaliação do conteúdo, existem ainda os advertisements, ou ads, que são os anúncios patrocinados dentro da página. 

    Quer dizer, são links pagos que são ótimos para monetização, mas em excesso, essas propagandas prejudicam a experiência do usuário.

    Importante ressaltar que, dentro do expertise, o Google costuma privilegiar:

    • Conteúdos produzidos por especialistas;
    • Divulgação de temáticas em páginas relacionadas;
    • Uso de informações de fontes confiáveis;
    • Explanação o mais completa possível aos usuários.

    Quer dizer, ao tratar de conteúdos sobre chaves codificadas, por exemplo, a classificação tende a ser melhor quando o material é publicado no blog de um chaveiro automotivo chave codificada, com informações relevantes e escrito por pessoas que entendem do assunto.

    Portanto, no expertise, o rankeamento se dá pela produção de conteúdo relevante. Dessa forma, é possível se destacar diante da grande quantidade de sites e blogs presentes na internet.

    2 – Autoridade

    A autoridade consiste em uma estratégia de SEO e de link building. 

    Considera-se “ter autoridade” um site que é bem reconhecido pelo restante da internet, conta com menções (hiperlinks) de qualidade e costuma ser citado em portais importantes, como sites de notícias, veículos jornalísticos, etc.

    Ou seja, para construir a autoridade é necessário, em primeiro lugar, ter conteúdos de alta expertise, para receber backlinks de outros sites, e assim, ter reconhecimento no mundo virtual e no mercado.

    Importante dizer que cada página na internet tem a sua própria autoridade. Quando recebe um link para outro site, essa autoridade é repassada.

    Por esse motivo, um único hiperlink em uma página de alta relevância pode ser muito mais relevante do que dezenas de menções em sites de baixa qualidade.

    3 – Confiabilidade

    O último elemento do E.A.T é a confiabilidade. Aqui é importante considerar os requisitos mínimos de segurança, já que o Google considera a proteção dos usuários algo extremamente importante para o rankeamento.

    Por esse motivo, ao construir um site de um chaveiro 24 horas, vale a pena cuidar dos protocolos de segurança, para que sua página não seja considerada perigosa e acabar tendo a classificação prejudicada.

    Fora a segurança estrutural, a confiabilidade também diz respeito à confiança que um site passa com a produção do conteúdo. 

    Ou seja, erros gramaticais e de ortografia, ou até mesmo uma diagramação confusa, podem impactar negativamente a experiência do usuário. Desse modo, as páginas passam a ser vistas como de baixa qualidade.

    Por conta disso, mesmo em um artigo simples sobre buffet a domicílio de churrasco, é preciso ter cuidados com a forma de escrita, a leiturabilidade e, é claro, a segurança do site.

    O impacto do E.A.T no YMYL (Your Money Your Life)

    De acordo com o Google, o primeiro passo para obter uma boa classificação é compreender o propósito do seu site. Quer dizer o que a sua página quer oferecer aos usuários e quais são as intenções de comunicação com a audiência.

    Nesse sentido, os sites que não têm um objetivo claro e bem definido, geralmente possuem menor expertise, autoridade e confiabilidade – o que impacta no rankeamento.

    Assim, como forma de proporcionar a melhor experiência aos usuários, o Google valoriza ainda mais o E.A.T nos sites YMYL, normalmente associados às áreas médicas, jurídicas e financeiras (ou seja, assuntos que tratam diretamente de assuntos relacionados à vida dos usuários).

    Em resumo, os sites YMYL são as páginas que aconselham as pessoas e influenciam em decisões importantes.

    Importa compreender que a reputação das páginas YMYL está diretamente relacionada com a avaliação do Google. 

    Por isso, elas precisam ter conhecimento e especialidade em seus conteúdos, passar confiabilidade e ter autoridade, ainda mais porque esses sites têm caráter consultivo para maioria dos usuários.

    Dicas para impactar positivamente a sua página com E.A.T

    Percebe-se que, apesar da controvérsia diante do E.A.T, os elementos constituintes dessa concepção são extremamente importantes para a construção de uma página de qualidade e, consequentemente, na classificação do Google.

    Nesse sentido, não adianta nada escrever um texto sobre porta banner, seguindo as principais técnicas de SEO, como o uso de palavras-chave, mas desconsiderar a especialidade do conteúdo, com informações relevante.

    Por conta disso, a primeira dica para impactar positivamente sua página com E.A.T é focar na produção de conteúdo de qualidade, com informações comprovadas (científicas, por exemplo) e com palavras de especialistas.

    Também é necessário que os autores do texto tenham reconhecimento na internet. 

    Quer dizer, encontrar alguém que tenha autoridade no nicho de atuação para colaborar com a produção de conteúdo.

    Vale dizer que é imprescindível ter informações suficientes sobre quem é o responsável pelo site, bem como de atendimento ao cliente, em especial quando há transações financeiras envolvidas.

    Conclusão

    O E.A.T é relativamente novo dentro do Google, e por conta disso, muitas pessoas ainda estão interpretando como os elementos de expertise, autoridade e confiabilidade impactam na classificação no buscador. 

    Percebe-se que aplicar as técnicas de produção de conteúdo relevante já é algo extremamente positivo para os sites.

    Sendo assim, é importante focar no oferecimento de materiais ainda mais especializados, sem perder a qualidade e propondo soluções eficientes aos usuários. 

    Tudo isso irá impactar diretamente na experiência dos leitores e, por consequência, a classificação no Google.

    Ademais, vale a pena ter uma boa confiabilidade em quesitos de segurança, focando em distribuir um material bem elaborado também, com poucos erros. Isso demonstra profissionalismo e competência, algo que também faz parte do rankeamento.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • Você sabe o que é AEO?

    Por Mais Empresas  |  27/04/2020  |  Comente »

    Se você acompanha o marketing digital e busca transformar o seu site para obter melhores resultados na internet, certamente já ouviu falar em AEO e nos seus benefícios.

    Assim como o SEO (Search Engine Optimization) se tornou essencial para que um site fosse encontrado durante uma pesquisa, o AEO (Answer Engine Optimization) também veio para compor o cenário. 

    É inegável que a internet se transformou no meio mais utilizado para a realização de pesquisas, sobre qualquer assunto que seja. Além disso, a facilidade com que as pessoas fazem buscas online é cada vez mais importante. 

    Para encontrar uma caixa de passagem 4×2, por exemplo, é preciso apenas retirar um smartphone do bolso e inserir as palavras-chave referentes ao assunto ou produto que se quer adquirir. 

    O AEO veio como uma estratégia essencial para compor esse cenário, sendo uma maneira simples e direta de fazer buscas na internet e encontrar aquilo que se procura de modo assertivo. 

    Essa ferramenta deve ser implementada pelas empresas, justamente por ser uma evolução do SEO, permitindo que os usuários realizem pesquisas rapidamente, utilizando os recursos de voz. 

    Se você quer saber mais sobre o AEO, de modo a entender qual é a sua importância para as empresas dos mais diversos segmentos, siga na leitura deste artigo. 

    O que é o Answer Engine Optimization?

    É cada vez mais comum ver pessoas utilizando os seus celulares para fazer pesquisas por voz. Além de ser um mecanismo simples, ele se tornou um método prático de encontrar uma resposta sobre qualquer assunto. 

    Os assistentes de voz presentes nos celulares são um exemplo prático de como essa ferramenta veio para auxiliar o dia a dia das pessoas. 

    Como não poderia deixar de ser, os mecanismos de busca estão sempre se atualizando, como forma de proporcionar uma experiência melhor para os usuários e, com isso, o AEO vem ganhando grande destaque na internet.  

    Se antes era preciso digitar um termo como “empresas de software de gestão empresarial”, hoje você pode facilmente dizê-lo.

    Fazendo assim com que o buscador ofereça uma resposta direta, sem que você precise clicar em vários sites até encontrar o que procura.

    Isso porque quando você faz a sua pesquisa em formato de pergunta, a estrutura da resposta tenta ser o mais direcionada possível, de modo que os resultados serão vistos de maneira clara e objetiva. 

    Sendo assim, as principais características do AEO são:

    • Otimização de tempo;
    • Respostas rápidas e diretas;
    • Melhora da experiência do usuário;
    • Maior visibilidade para um site na internet.

    É possível notar que todos esses elementos buscam oferecer ao usuário uma forma cada vez mais facilitada de busca.

    Benefícios do AEO

    Nesse sentido, gera benefícios também para os sites que aplicam o SEO em sua estrutura e querem ser vistos nas primeiras posições do Google. 

    Por exemplo, a página de um fabricante de talha elétrica que otimize o seu conteúdo para ser encontrado em uma pesquisa por voz, certamente terá melhores resultados do que aquelas que não se atualizaram.

    Isso se dá por meio das informações postadas no site, de modo que o buscador vai selecionar e exibir para o usuário um trecho de uma determinada página, que ofereça a resposta mais apropriada para a pergunta realizada por ele. 

    Sendo assim, é possível dizer que o AEO é uma evolução, já que ele está se tornando uma tendência de pesquisa. Afinal, a ferramenta pode ser utilizada por pessoas de qualquer idade, sejam elas alfabetizadas ou não, transformando a maneira de fazer buscas online.

    Como utilizar o AEO em uma empresa

    É possível que AEO seja utilizado por uma indústria de polias industriais, assim como por um escritório de contabilidade, justamente porque ele não é uma ferramenta nichada. 

    Uma das principais funções do Answer Engine Optimization é melhorar a experiência do usuário.

    E por isso, ela deve ser uma prioridade dentro do site, de modo que essa otimização seja reconhecida pelos buscadores, trazendo resultados para a página.

    Assim, se você já utilizava o SEO no seu site, certamente já possui experiência com a otimização de conteúdos para atender aos parâmetros dos buscadores e ganhar maior visibilidade na internet. 

    E com o AEO, o processo deve ser o mesmo.

    Afinal, ele não se trata de uma substituição do SEO, mas sim uma melhoria que dá enfoque ao formato com que se expõe informações, levando em consideração as dúvidas dos potenciais clientes do seu negócio. 

    Sendo assim, se um usuário deseja alugar gerador de energia SP e faz essa pesquisa na internet, é importante que a sua empresa ofereça dados assertivos que podem ajudar o público-alvo do estabelecimento a encontrar as respostas para as suas dúvidas. 

    Portanto, o AEO significa que você precisará fazer com que os seus conteúdos sejam desenvolvidos de modo a apresentar informações organizadas e objetivas. 

    Os resultados do AEO

    Já não é segredo para ninguém que, ao ser exibida nos primeiros resultados, uma página pode facilmente captar novos clientes e alcançar um número de negócios cada vez maior. 

    Mas, para que isso aconteça, não basta criar um site e esperar que ele seja bem ranqueado. É preciso agir e organizar toda a estrutura da plataforma, de modo que ela ofereça uma experiência agradável ao usuário. 

    Sendo assim, uma página que traga informações sobre rufo galvanizado, por exemplo, deve ser elaborada levando em consideração as técnicas de otimização para os mecanismos de busca. 

    Isso inclui desde boas fotos, descrição completa e de fácil entendimento, até o carregamento rápido de conteúdo e o formato responsivo do layout da página. 

    Ao oferecer essas características, o site é bem avaliado pelo buscador, que entende que aquele material pode ser interessante para quem quer encontrar aquele determinado produto. 

    O AEO entra para complementar esse cenário, tornando possível que o usuário encontre a resposta da sua dúvida de maneira rápida e assertiva. 

    Dados estruturados

    Se você deseja que o seu site seja encontrado por meio do AEO, é essencial organizá-lo de modo prático e funcional. 

    Para isso, é preciso usar dados estruturados, que levem em consideração variados detalhes, imaginando como o público-alvo do negócio realiza a pesquisa desse item na internet. 

    Se você vende reservatório apoiado, é necessário elaborar uma descrição que seja detalhista, ao mesmo tempo em que cria um diálogo com o potencial cliente, tal como ocorre em uma negociação presencial. 

    Ou seja, se ao vender presencialmente um produto você entende as principais dúvidas do comprador e as responde com clareza, essa deve ser a postura mantida no seu site. 

    Assim, é mais simples reconhecer que o conteúdo presente na página pode ser uma fonte adequada de resposta.

    Credibilidade da página 

    Quando uma busca é feita na internet, o usuário espera que os resultados exibidos sejam compatíveis com o tema que ele deseja saber, caso contrário a pesquisa não é satisfatória. 

    Sendo assim, fica claro que a credibilidade de uma página será mensurada pelos buscadores, justamente para levar conteúdos de qualidade para as pessoas, fazendo com que elas tenham uma boa experiência em sua pesquisa. 

    Uma empresa que atua com placa de sinalização em ACM, por exemplo, deve estar preocupada com o fato de que tudo o que está disponível do seu site será avaliado, como uma forma de levar informações valiosas para os usuários. 

    O AEO prioriza as páginas que possuem credibilidade, ou seja, que oferecem dados e conteúdos de qualidade, e que se destacam, como uma forma efetiva de mostrar uma resposta apropriada para as dúvidas das pessoas. 

    Inovação

    O Answer Engine Optimization é uma ferramenta importante do marketing digital. Isso quer dizer que ela foi elaborada diante de uma necessidade apresentada pelos usuários, atuando para trazer melhores experiências online. 

    As pesquisas são ações efetuadas diariamente na internet, por milhões de pessoas, em todo o mundo. 

    Nesse cenário, a preocupação dos buscadores é oferecer maneiras eficientes de levar conteúdos para os seus usuários, de modo cada vez mais assertivo.

    Não à toa, é imprescindível que o site de uma empresa esteja sempre atualizado, com as informações mais recentes sobre o seu segmento, de maneira organizada e prática, com o intuito de facilitar o entendimento do visitante da página. 

    Mas para que isso seja possível, é fundamental que os empresários estejam atualizados com o que há de mais inovador dentro do marketing digital, conquistando assim a atenção dos seus potenciais clientes e garantindo novos negócios.

    Ao utilizar o AEO, a empresa se destaca das concorrentes, estando a frente delas dentro do seu nicho e, com isso, conquista o seu mercado de modo eficiente e satisfatório.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • Como fazer um bom gerenciamento de crise em redes sociais?

    Por Mais Empresas  |  24/04/2020  |  Comente »

    O momento que estamos vivendo é de incertezas, devido às transformações nas relações sociais e de trabalho ocasionadas pela pandemia do Covid-19. Sendo assim, é necessário adotar projetos de gerenciamento de crise, como forma de lidar com questões imprevisíveis em cenários atípicos de mercado.

    Para a internet, o cenário também é complicado, mesmo com o aumento de compras por demanda online. 

    Afinal de contas, não basta estar presente no mundo virtual, é preciso se antecipar, já que as crises costumam ocorrer em diferentes épocas.

    No caso das redes sociais, o gerenciamento precisa ser ainda mais cuidadoso. Isso porque mais de 93% das decisões de compra são influenciadas pelas mídias online, incluindo as redes. 

    Portanto, saber como lidar com situações complexas é a chave para o sucesso.

    Quer saber como fazer um bom gerenciamento de crise em redes sociais? Então acompanhe o post de hoje, com algumas dicas para a sua empresa.

    Gerenciamento de crise: Crie um plano de ação

    O plano de ação é o primeiro passo para todo e qualquer gerenciamento de crise. E, mesmo em períodos calmos, vale a pena elaborar um planejamento organizado, já que as crises vão acontecer.

    Por isso, desde um negócio voltado ao aluguel de empilhadeira elétrica, até micro e pequenos empreendimentos, precisam de um plano de ação.

    Nas redes sociais, os períodos de crise podem gerar um ambiente de estresse que, em muitos casos, pode desestabilizar a equipe de gestão. 

    Sendo assim, a dica é criar um protocolo de procedimentos para orientar as ações durante uma situação de crise.

    A partir desse protocolo, é possível prever certos tipos circunstâncias, além de ter um roteiro mais ou menos pronto do que fazer.

    Entre outras vantagens do plano de ação para as redes sociais, destacam-se:

    • Melhor preparação das equipes de marketing digital;
    • Facilidade para estabelecer um “tom” de como tratar o cliente;
    • Diminui o nível de estresse dentro da empresa;
    • Melhora a capacidade de aprendizado pós-crise.

    Lembre-se: as crises vão acontecer. Portanto, se você quer ter uma boa presença no ambiente virtual e saber como gerenciar as redes sociais em momentos difíceis, não dá para ignorar a importância do plano de ação.

    Gerenciamento de crise: Cuide da sua imagem nas redes

    A imagem nas redes sociais não se refere somente a ter um perfil bonito e atraente. Além disso, o público precisa ter uma boa percepção sobre a sua marca e, para isso, é necessário construir uma boa reputação.

    Por exemplo, uma administradora de contabilidade e administração de condominios pode receber alguma reclamação, pois qualquer empresa está sujeita a isso, especialmente no ambiente online.

    Caso aconteça, é importante que a administradora saiba responder com competência, tentando resolver o problema do usuário, de modo a evitar conversas conflituosas e agressivas.

    Em momentos de crise, como o que passamos agora, é possível que surjam reclamações de vários tipos, ou somente os famosos haters, que somente querem causar intrigas online. 

    Por isso, é primordial ter um planejamento de como responder a esses usuários, ou qual tipo de comunicação adotar, para manter a imagem positiva da empresa.

    Outra situação é não ignorar o cliente. Quando uma empresa de combate a incêndio oferece uma resposta simpática, que abre possibilidades para o diálogo e busca compreender a necessidade do usuário, a reputação é muito melhor, em comparação aos empreendimentos que “fingem não ter visto”.

    Use o copywriting para influenciar o público no gerenciamento de crise

    O copywriting pode ser traduzido como o “texto da persuasão”, pois ele tem como principal objetivo guiar a audiência na tomada de uma decisão, por meio de slogans, conteúdos em sites, posts, e-book, e-mails, entre outros.

    Assim, essa técnica pode influenciar tanto uma decisão de compra direta, ou seja, a compra de um produto ou serviço, como a instalação de um piso polido de concreto, ou uma outra ação, como uma ideia.

    Em momentos de crise, a segunda opção é bastante viável, pois você pode convencer o consumidor a não deixar de comprar na sua empresa, por inúmeros motivos, que não tem a ver somente com a aquisição de algo, mas sim, com manter uma ideia, comprar um valor.

    Quando as marcas escrevem bem, ou seja, aplicam um bom copywriting, a tendência é se destacar no mercado, pois as pessoas serão educadas a respeito do negócio.

    Imagine, por exemplo, somente uma propaganda nas redes sociais sobre avaliação patrimonial. Ela pode suscitar muitas dúvidas aos usuários, especialmente os que não conhecem esse tipo de serviço.

    Com o copywriting, é possível mostrar ao público como a atividade funciona, sua importância e o porquê ela aparece como fundamental nos momentos de crise.

    Aplique recursos gráficos e audiovisuais para explicar a crise

    Em momentos difíceis e de incertezas, os indivíduos tendem a procurar por cada vez mais informações sobre o contexto, especialmente nas redes sociais. Diante disso, a sua empresa pode oferecer um conteúdo didático a respeito da crise.

    Como consequência, a audiência passa a confiar melhor na sua empresa, o que é ótimo para o plano de gerenciamento de crise.

    Esse tipo de informação vale para todas as empresas. Na atual época, é interessante que uma fábrica de cama hospitalar venda, por exemplo, fale um pouco sobre a crise na saúde, bem como demais assuntos relacionados.

    O uso de recursos gráficos e audiovisuais podem facilitar o entendimento do público, além disso, conteúdos desse tipo têm um alto potencial para se tornarem virais.

    Respeite a linguagem de cada rede social no gerenciamento da crise

    As redes sociais possuem certos tipos de especificações, principalmente quanto à linguagem. O Facebook e o Instagram, por exemplo, permitem uma conversa mais informal, enquanto o LinkedIn requer mais formalidade.

    Além do mais, as redes também têm certas características quanto aos formatos. Em épocas de crise, é necessário ter uma atenção especial a esses detalhes.

    Por isso, se a intenção é divulgar uma foto, com tag para compra do produto e o preço, de uma camisa social para uniforme de empresa, a rede social mais adequada pode ser o Instagram.

    Mas, se a intenção é divulgar um vídeo tutorial, o YouTube pode ser a mídia mais recomendada.

    Não se esqueça de integrar as redes sociais, para que todas sigam o mesmo padrão de identidade visual e, ainda, passem a mesma informação ao público, mesmo em diferentes linguagens e formatos.

    Não acumule problemas

    Um bom gerenciamento de crise nas redes sociais também prevê a eliminação do problema o mais rápido possível, antes que ele cresça e se torne muito difícil de controlar. 

    Aliás, a procrastinação pode ser fatal para as redes sociais.O famoso “empurrar com a barriga” pode levar a várias situações desconfortáveis para a empresa. 

    Em momentos de crise, é preciso ter mais cuidado ainda, pois todos estão passando por um período de estresse, o que pode esquentar ainda mais os ânimos e comprometer a reputação da empresa.

    Seja transparente com o seu público

    Informar sobre as especificações de um perfil u estrutural é uma boa maneira de cativar a audiência interessada nesse produto, pois ela quer saber mais sobre ele, como usá-lo, entre outras características.

    O mesmo vale para a comunicação em momentos de crise.

    Sendo assim, seja transparente com os seus seguidores na rede social. Se errou, assuma. Se mudou algum método de trabalho na empresa, explique sobre isso. Se está lançando algo novo, fale mais sobre o assunto.

    São esses pequenos detalhes que fazem toda a diferença em como o público vai reconhecer a sua empresa, principalmente nos momentos de crise.

    Tenha um time preparado para esses momentos

    Nada melhor do que ter um time de profissionais competentes para preparar o seu plano de ação durante um gerenciamento de crise. 

    Para isso, é necessário treinar seus colaboradores e mantê-los atualizados sobre a situação em que se encontram.

    Em alguns casos, recomenda-se, inclusive, a construção de dois times para trabalhar de forma integrada: um para tratar e resolver a crise interna da empresa, e outro focado na comunicação, com a tarefa de lidar com o público diretamente.

    Conclusão de gerenciamento de crise

    Os tempos de crise podem ser bastante difíceis para as empresas. Porém, independentemente do tipo de situação, como a que estamos vivendo atualmente, ou as próximas crises que podem acontecer – e até mesmo problemas dentro do seu próprio negócio – é preciso saber como fazer um bom gerenciamento.

    Nas redes sociais, ter um plano de ação específico para lidar com problemas nessas plataformas pode ajudar na reputação da sua empresa, além de manter os clientes fiéis à marca.

    Lembre-se: não é o momento de desistir. Mas sim, de adotar novos comportamentos, seguir um roteiro e ter maior transparência para lidar com o público.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • Passo a passo para entender o papel da UX

    Por Mais Empresas  |  23/04/2020  |  Comente »

    UX é uma sigla para User Experience, conceito essencial para o sucesso de qualquer estratégia relacionada ao Marketing Digital. E mesmo sendo muito importante, ainda existe muita confusão a respeito de seu significado.

    Muitas empresas também não sabem ao certo como usá-lo, mas o fato é que as maiores e mais populares estão sempre muito preocupadas com o que diz respeito à experiência do usuário.

    Apesar de ser prioridade das maiores empresas do mercado, o UX pode ser usado por todos os segmentos. 

    Por isso, independentemente de qual seja o tamanho de uma marca, ela deve usar essa estratégia.

    As plataformas e-commerce têm crescido cada vez mais no Brasil e no mundo, principalmente no momento que estamos vivendo agora. Com o comércio físico fechado, as compras on-line não param de aumentar.

    Só que existe muita concorrência no meio digital, por isso, é importante garantir que o consumidor tenha a melhor experiência possível, para que ele escolha o seu negócio para fazer uma compra, ao invés do concorrente.

    Em vista disso, vamos falar sobre a importância do e-commerce na vida das pessoas, os benefícios trazidos por ele, e como o UX pode ajudar essas plataformas, bem como as diferenças e complementações entre o UX e o UI.

    Importância do e-commerce

    E-commerce é um modelo de negócios que funciona 100% pela internet. Ou seja, se o consumidor encontra uma loja de elementos filtrantes hidráulicos e-commerce, esta loja não possui estabelecimento físico.

    Além disso, a escolha dos produtos, a forma de pagamento e todo o processo de compra é feito de maneira totalmente on-line, bem como a comunicação com essas plataformas.

    Elas permitem que os consumidores comprem qualquer coisa que precisam, no momento em que desejarem. Ou seja, ele pode querer comprar um produto tanto às 3 da manhã, quanto ao meio-dia.

    Novas oportunidades de negócios

    As lojas on-line favorecem a geração e exploração de oportunidades novas e únicas de negócios. 

    Com isso, elas geram mais valor tanto para quem vende, quanto para quem compra, fazendo mais com menos.

    Mas além de permitir novos modelos de negócio, o e-commerce também traz vantagens como:

    • Atendimento 24 horas por chat;
    • Mais comodidade;
    • Melhor acompanhamento da compra;
    • Mais opções de produtos.

    Algo que chama muito a atenção dos consumidores nas plataformas e-commerce é que eles têm acesso a mais opções de produtos e serviços.

    Por exemplo, se uma empresa precisa de peças para estação elevatória de esgoto, numa plataforma e-commerce ela pode encontrar diversas marcas e opções.

    O mesmo acontece, por exemplo, com uma loja on-line de lingerie. As clientes encontram uma enorme variedade de peças que dificilmente vão encontrar em lojas comuns.

    Além de tudo isso, os preços do e-commerce são muito mais atraentes, não importa o que o consumidor queira comprar. Além de encontrar tudo o que precisa, ele encontra por um preço mais justo.

    Só que mais do que criar um site para vendas on-line, é importante garantir que o consumidor tenha uma boa experiência na plataforma para que a venda aconteça.

    Existem muitas lojas oferecendo o mesmo produto ou serviço, e essa concorrência só pode ser vencida com o uso de estratégias. como o UX.

    Como UX ajuda plataformas e-commerce

    O UX é uma estratégia que engloba tudo o que diz respeito a uma interação on-line, incluindo os sentimentos despertados no usuário ao acessar um site.

    Portanto, ele não diz respeito apenas às facilidades do acesso, mas também ao emocional do cliente durante esse processo. Sendo assim, ele ajuda os negócios e-commerce de muitas maneiras, como:

    1 – Experiência otimizada

    O UX ajuda a evitar problemas como a lentidão do site e a falta de direcionamento adequado. Por isso, ele também guia o consumidor dentro do ambiente virtual, para que ele encontre o que procura.

    Sendo assim, um UX otimizado faz com que o site carregue rapidamente, se ajuste a qualquer tamanho de tela e crie um caminho simples para o acesso.

    2 – Facilidade

    Ao acessar uma plataforma e-commerce de uma empresa que faça digitalização de documentos históricos e que aproveite o User Experience, o cliente tem mais facilidade na hora de finalizar a compra.

    Para isso, a estratégia mostra no site apenas o que é importante, como formas de pagamento, opções de parcelamento, endereço de entrega, entre outros, tudo da maneira mais clara possível.

    3 – Aumento da taxa de conversão

    O UX faz com que o site tenha processos simples, navegação bem direcionada e bons elementos visuais e de comunicação.

    Ou seja, ele garante a arquitetura ideal do site, melhorando as taxas de conversão. Para isso, uma loja on-line de visor acústico pode, por exemplo, encurtar o caminho entre a compra e elementos desnecessários.

    Diferenças entre UI e UX

    Em vista da importância do UX para o e-commerce, é fundamental entender a diferença entre ele e o UI.

    Enquanto o UX é focado na experiência do usuário, o UI (ou User Interface), é focado no direcionamento deste. E para entender melhor, as principais diferenças entre eles são:

    1 – O UI possui apenas uma interface visual

    O UI está diretamente relacionado com as interfaces visuais de um site ou aplicativo. Portanto, sem que exista uma tela, não existe a interface do usuário. Mas no caso do UX isso não acontece.

    Isso porque a experiência do usuário está relacionada à qualidade da navegação, e não com a tela em si. 

    Por isso, a experiência em um site de uma loja de peças para instalações industriais pode ficar bem mais agradável com algumas etapas eliminadas.

    2 – O UI guia o usuário

    Enquanto o UI guia o usuário, o UX faz a navegação ser agradável e valer a pena. Logo, o primeiro mostra ao usuário o que ele deve fazer, enquanto o segundo garante uma navegação que agrada. 

    Portanto, é uma estratégia que torna as ações mais simples de serem realizadas.  

    3 – UI razão vs. UX emoção

    Na maioria dos países do mundo, as pessoas lêem de cima para baixo e da esquerda para a direita. 

    Em vista disso, a aplicação UI é mais simples e racional do que a aplicação do UX, que precisa saber como despertar uma boa emoção no usuário.

    Isso vai depender de quem é ele, da situação em que ele se encontra, além de uma série de outros fatores que implicam nesse processo.

    Como se complementam

    Até aqui deu para entender que, independentemente de ser uma fabrica de injeção plastica ou uma loja de artigos PET, é importante usar essas estratégias para garantir uma boa experiência ao usuário.

    O uso das duas estratégias é algo complementar, e que para uma plataforma e-commerce, funciona da seguinte maneira:

    O design de um site de uma loja on-line é como um cérebro. Sendo que o UX é a parte mais intuitiva e emocional, e o UI é mais racional.

    Tendo isso em mente, quando aplicadas em conjunto, essas duas estratégias oferecem ao site de uma venda de cartão de controle de acesso tanto uma preocupação com o comportamento de quem o acessa, quanto com a aparência do site.

    Sendo assim, juntos, esses conceitos moldam uma aparência para que a página se torne agradável e intuitiva para o consumidor, despertando nele boas emoções durante todo o período de acesso.

    É claro que nisso também entra a criação de elementos que facilitam o acesso e otimizam a qualidade da página, evitando problemas que alterem as emoções do usuário.

    Um exemplo disso é simplicidade da disposição de elementos de cada página que compõe o site, para que o usuário localize facilmente o que ele precisa.

    Por exemplo, se ele está procurando por fita de aço para embalagem, por meio da aplicação em conjunto do UI e UX, ele encontrará com mais facilidade.

    Isso despertará nele uma sensação de satisfação, pois ele teve suas necessidades atendidas durante sua navegação. 

    Esse processo agradável só foi possível porque o site todo foi construído em cima de sua boa usabilidade e das emoções do cliente.

    Conclusão sobre o papel da UX

    Estamos vivendo em um período em que as lojas on-line se tornaram a melhor saída para o consumo de diversos tipos de produtos. Por meio delas, os consumidores compram o que precisam, por um preço justo e sem sair de casa.

    Mas pelo fato de existirem muitos comércios na internet, a concorrência é muito grande, e os consumidores vão sempre optar por aqueles sites que facilitam a sua experiência de compra.

    Esses e-commerces entendem a importância de garantir uma boa experiência aos usuários para que estes se tornem seus clientes, e consequentemente, se fidelizem.

    Portanto, mais do que ter uma loja on-line que venda produtos de qualidade e com preço justo, é importante garantir que os consumidores tenham a melhor experiência com a sua marca.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

  • Você sabe a diferença de e-commerce e marketplaces?

    Por Mais Empresas  |  22/04/2020  |  Comente »

    O Brasil apresenta um dos povos mais engajados com a internet, e por isso, tem um comércio eletrônico bastante promissor, sendo no e-commerce ou em marketplaces.

    Isso porque esse universo está cheio de oportunidades para todo o tipo de negócios, tanto em termos de diversidade de segmento, quanto de tamanho.

    Segundo dados do próprio SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), no último período, o setor cresceu quase 20%, o que já representa mais de R$ 105 bilhões no quesito faturamento.

    Contudo, existem algumas diferenças técnicas em termos de modalidade de anúncio, como é o caso da distinção entre e-commerce e marketplace, o que às vezes é ignorado por muitas pessoas.

    De fato, para o comprador, a diferença pode ser bastante pequena.

    Em todos os casos, sempre existe uma marca anunciando seus produtos ou serviços, e os modos de pagamento e entrega costumam ser (ou parecer) mais ou menos os mesmos.

    Mas para quem pretenda ingressar no universo da venda pela internet, ou mesmo já está presente e precisa melhorar seus resultados, começar a considerar essas diferenças é algo fundamental, e até mesmo estratégico.

    Outra confusão muito comum é alguém fazer referência ao “e-commerce” de modo vago, como se todo tipo de “comércio eletrônico” fosse um e-commerce, já que a tradução livre desse termo seria justamente essa.

    Aí poderia parecer que todo tipo de negociação feita pela internet pode ser chamada assim.

    Independentemente de ela ser feita pelo site próprio de uma marca, por um site coletivo (como é o marketplace), e de ser B2B, B2C, C2C, etc.

    Ao passo que os marketplaces é uma modalidade multimarcas, que congrega várias lojas e até concorrentes.

    Escrevemos este artigo pensando nessa confusão que existe em torno de tais conceitos.

    Então, se você quer dominar esse assunto e aprender como pequenos empreendedores podem se beneficiar dessas modalidades de venda online, siga conosco até o fim da leitura.

    Entendendo melhor o universo do e-commerce

    Quando tratamos de termos que podem gerar mais confusão, o primeiro passo importante é garantir que a definição inicial de cada modalidade seja bem feita.

    Neste caso, o e-commerce se trata de um tipo bastante tradicional de venda na internet. Nele uma marca tem seu próprio site e, dentro desse espaço virtual, com suas regras próprias, dispõe de seus serviços ou produtos à venda.

    Naturalmente, essa modalidade pode comercializar desde telhado americano shingle, até instrumentos veterinários, que são itens mais nichados. 

    Passando, é claro, por itens populares que estão entre os mais procurados, tais como:

    • Smartphones e tablets;
    • Soluções em informática;
    • Games e acessórios;
    • Eletrônicos em geral;
    • Roupas, calçados e bolsas;
    • Acessórios de Veículos;
    • Saúde e Beleza;
    • Entre outros.

    As vantagens imediatas do e-commerce dizem respeito às regras do jogo. Ou seja, em seu espaço, é você quem determina a funcionalidade geral da plataforma, sem a necessidade de seguir as determinações de uma comunidade maior.

    Essa determinação passa por questões técnicas de web design e investimento em publicidade, até questões logísticas de estoque, despacho e mesmo recebimento de valores.

    Também por isso, o investimento inicial é consideravelmente maior.

    Uma vez que a mão de obra do site e os gastos com provedores e anúncios será todo voltado para a marca que está investindo no seu e-commerce.

    Se o site anuncia churrasqueira pré moldada valor alto, por exemplo, o custo para fazer um estoque inicial pode ser maior do que em outros casos.

    Isso ocorre pois, embora não seja uma regra, geralmente os e-commerces lidam com a venda de produtos já em estoque. 

    Em algumas modalidades de marketplace, a marca pode chegar a vender um produto pelo qual ainda nem pagou.

    Como fazer o seu e-commerce deslanchar?

    Embora o e-commerce possa parecer desafiador demais para uma marca que está começando, há muitas empresas que o valorizam bastante, e que, com o tempo, investem cada vez mais nessa modalidade de negócio.

    É comum ouvir que vender em marketplace é “estar em terreno alugado”, ao passo que ter seu próprio e-commerce é contar com uma autonomia bem maior.

    Além disso, se a marca trabalha em áreas como a de venda de tubos galvanizados, ela pode, facilmente, anunciar seus produtos em uma plataforma de soluções industriais multimarcas e, com o tempo, investir em um e-commerce próprio.

    A dica de ouro nessa área é o planejamento, pois não basta subir um site, colocar os anúncios ali e ficar esperando. Tal como em uma loja física, é preciso ter bons fornecedores e preços, boas promoções e, claro, conhecer muito bem o seu público.

    Esse plano de negócios pode se traduzir em um documento mesmo, que é a “carta de fundação” do e-commerce, onde você anota todos os dados mais importantes do seu segmento.

    Além disso, diferentemente da época em que só havia lojas físicas, hoje os grandes motores de busca podem ajudar e muito. Por isso, é preciso aparecer no Google, Bing, Yahoo e demais buscadores.

    Se ao pesquisar por cortina de luz de segurança o leitor encontrar você, certamente seu e-commerce vai gerar um tráfego bem maior, e isso se converterá em mais vendas e faturamento para o seu negócio.

    Outra dica fundamental é o controle de qualidade, seja na resposta aos clientes, seja nos prazos de entrega, pois nesse caso o espaço é seu e você é quem faz as regras. 

    É preciso estar sempre de olho e garantir que os clientes sintam-se seguros.

    Por dentro do universo dos marketplaces

    Geralmente as marcas que estão iniciando sua atuação no mercado sem muito capital inicial, acabam recorrendo estrategicamente às plataformas multimarcas, que são os marketplaces.

    Ao contrário do que algumas pessoas imaginam, existem várias modalidades dentro do próprio segmento de marketplaces, e não apenas uma. 

    Isso acaba facilitando ainda mais para que cada marca encontre seu espaço dentro desse mercado como um todo.

    Uma empresa que lida com conversor cc, por exemplo, que é um circuito eletrônico que converte uma corrente contínua de determinada amplitude em corrente e amplitude diferentes, pode encontrar seu público em segmentos mais específicos da internet.

    Sendo assim, as modalidades principais de marketplaces são as seguintes:

    • De nicho;
    • B2B;
    • B2C;
    • C2C;

    Essas siglas são comuns no mercado e não uma exclusividade da internet: B2B, business to business, B2C, business to consumer e C2C, consumer to consumer.

    Sendo que o que se convencionou chamar “marketplace de nicho” pode praticar qualquer um desses três, e só aparece como uma categoria.

    No sentido de que as plataformas e marcas que têm essa proposta são realmente uma Pessoa Jurídica, diferentes das outras.

    Por isso, geralmente se o cliente procura por aluguel de desktop preço, que é um serviço nichado voltado quase sempre para empresas com projetos temporários, ele acaba encontrando um marketplace de nicho, e não uma plataforma popular.

    Já os produtos mais solicitados, como vestuário, joias e entrega de alimentação, encaminham para marketplaces mais conhecidos de todos nós, que investem bastante em mídia tradicional, como televisão e rádio.

    O que levar em conta ao anunciar em marketplaces?

    Fazer parte de uma plataforma que investe pesado em marketing, e que facilita os trâmites de pagamento e despacho de mercadorias, pode gerar uma falsa sensação de facilidade.

    É claro que os marketplaces têm suas vantagens próprias (assim como os e-commerces também têm seus benefícios).

    Contudo, é sempre preciso que a marca faça sua parte no marketplaces

    Como em qualquer outro setor, continua sendo imprescindível que cada empresa conheça muito bem o seu público, seja para colocar uma tenda de circo a venda, ou para anunciar um mix enorme de produtos da área de festas e eventos.

    Um exemplo marcante de por quê isso é importante, é o das cobranças de taxas de anúncio e de comissão. 

    Algumas plataformas propõem uma exposição mais alta para que o produto venda mais rápido, e costumam cobrar antes da venda.

    Em outros casos, o valor da exposição é menor ou mesmo inexistente, de modo que a loja só paga a comissão quando – ou se – vender aquele produto anunciado.

    Pois bem, o fato é que em alguns casos não compensa pagar altos valores pela exposição, pois talvez o produto não tenha aquele tipo de apelo.

    Se a concorrência na própria plataforma é menor, talvez seja mais importante investir no atendimento às dúvidas do que na exposição, o que evitará um gasto desnecessário.

    Já no caso de serviços como forro drywall preço, que costumam ter grande concorrência e alta procura, investir em exposição pode ser o único modo de conseguir a devida atenção, ao menos no início da colocação da marca no mercado.

    Com isso vemos como o marketplace e o e-commerce têm suas peculiaridades e vantagens próprias, mas sobretudo, como a presença na internet é fundamental para qualquer marca crescer nos dias atuais.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.